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Dia Mundial de Combate a Hanseníase alerta para os sintomas e prevenção de doença contagiosa

Anualmente, no último domingo do mês de janeiro, é celebrado o Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase. Essa campanha foi instituída com o objetivo de conscientizar a população sobre a transmissão dessa doença contagiosa, além de alertá-los sobre as formas de combate.

A Hanseníase já foi conhecida como lepra, doença apresentada em diversos contos bíblicos e literatura antiga como mortal e altamente estigmatizada pelas sequelas deixadas. Entretanto, ao longo do tempo, vários estudos e pesquisas desenvolvidas puderam detalhar os sintomas da doença, permitindo maior conscientização sobre seu contágio, tratamento e até mesmo a sua cura.

De acordo com dados da Ministério da Saúde, no Brasil são registrados cerca de 30 mil casos de Hanseníase em 2018, sendo um índice alarmante em relação a outros países do mundo. A urgência no controle da doença é por causar incapacidades físicas irreversíveis se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for completo.

Mas afinal…O que é Hanseníase?

A Hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, mais conhecido como bacilo de Hansen. Trata-se de uma doença que acomete, de forma mais comum, a pele, mas também pode ocorrer de afetar olhos e nervos periféricos. Sua transmissão ocorre no contato próximo a um indivíduo contaminado e não tratado, através de gotículas que saem do nariz ou saliva.

Quando consegue penetrar no organismo, a bactéria se multiplica lentamente. Por isso, o período de incubação da doença pode varia de nove meses a 9 anos, apresentando sintomas sutis num primeiro momento. Entretanto, sua evolução dependerá da própria condição do sistema imunológico do indivíduo infectado, de modo que as lesões podem atingir os nervos periféricos, isto é, causando alterações agudas de sensibilidade.

Sintomas e Diagnóstico

A Hanseníse pode ter diferentes sintomas que se manifestam no longo tempo de incubação da doença. Os principais sinais são as manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas que surgem pelo corpo, e geralmente tem alteração ou ausência de sensibilidade térmica (calor, frio) e ao tato. Essas manchas costumam aparecer principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.

Além disso, podem ocorrer situações de diminuição dos pelos e do suor, sensação de choque e formigamento ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés, diminuição sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés, caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos, entre outros. Em casos mais graves, a doença pode causar lesões neurais, e por consequência, paralisias musculares.

Assim, é importante estar atento a quaisquer alteração sobre o próprio corpo ou caso haja quadros de hanseníase na família.  O médico dermatologista é um dos principais responsáveis pelo diagnóstico, uma vez que estará apto a fazer avaliação clínica do paciente. Nessas avaliação, serão testados a sensibilidade do paciente e sua força motora, palpação de nervos, etc. O especialista em dermatologia também poderá realizar uma biópsia dos tecidos ou caroços que desconfiar serem sinais da hanseníase. Após o diagnóstico confirmativo, um médico infectologista também poderá auxiliar no acompanhamento da regressão da doença.

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Médico dermatologista está apto a realizar testes e exames para diagnosticar a Hanseníase

Tratamento e cura

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o tratamento da Hanseníase ocorra pelo uso do medicamento de Poliquimioterapia (PQT), uma associação de antibimicrobianos. A primeira dose mensal é supervisionada pelo profissional de saúde que acompanha o quadro, enquanto as demais são responsabilidade do próprio paciente. A duração do tratamento varia conforme o estágio de descoberta da doença e das características do sistema imunológico do paciente, mas pode levar a cura total da doença. É válido pontuar que imediatamente após o início do tratamento, o paciente para de transmitir a Hanseníase.

Trata-se de um procedimento extremamente eficaz e seguro, caso o tratamento seja seguido até o fim.

A Policonsultas apoia essa campanha!

O objetivo da campanha do Dia Mundial de Combate a Hanseníase é conter o avanço dessa doença e suas complicações através da conscientização. Assim, enfrentar a discriminação e promover a inclusão de pacientes diagnosticados pode tornar o tema cada vez mais acessível à toda população.

Na Policonsultas é possível se consultar com clínico geral, dermatologista e infectologista, seja qual for o sintoma apresentado. Não fique na dúvida, procure ajuda de um especialista para auxiliá-lo.

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