Arquivos ginecologista - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/ginecologista/ Clínica popular em Juiz de Fora Tue, 18 Jan 2022 00:09:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos ginecologista - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/ginecologista/ 32 32 5 sinais para procurar o ginecologista https://policonsultas.com.br/5-sinais-para-procurar-o-ginecologista/ https://policonsultas.com.br/5-sinais-para-procurar-o-ginecologista/#respond Tue, 18 Jan 2022 00:09:42 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=6107 Que todas as mulheres devem procurar o ginecologista todos os anos e realizar os exames necessários, nós já sabemos. No entanto, existem alguns sinais que indicam que você deve procurar este médico além da sua consulta anual. Afinal, nosso corpo emite diversos sinais quando algo não está certo com ele. Por isso, conheça agora 10 ... Ler mais...

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Que todas as mulheres devem procurar o ginecologista todos os anos e realizar os exames necessários, nós já sabemos. No entanto, existem alguns sinais que indicam que você deve procurar este médico além da sua consulta anual. 

Afinal, nosso corpo emite diversos sinais quando algo não está certo com ele. Por isso, conheça agora 10 sinais que você deve ficar de olhos bem abertos:

Ciclo menstrual desregulado 

No início da vida menstrual, é muito comum ter ciclos desregulados, pois a puberdade já está acontecendo e nosso corpo está passando por um novo processo. Depois de algum tempo, o ciclo menstrual vai regularizando e se tornando estável. 

Por isso, após a fase da puberdade não é comum ou normal que o seu ciclo esteja desregulado. Esse fator pode indicar algumas doenças ou alterações hormonais, por exemplo: ovário policístico, menopausa precoce, puberdade tardia, entre outros. Em alguns casos o ciclo menstrual pode inclusive indicar doenças mais graves, como um câncer. Por isso, caso a sua menstruação não esteja descendo de forma regular, é preciso marcar uma consulta com o ginecologista e realizar todos os exames para encontrar qual é o problema.

Feridas ou verrugas

Existe uma série de doenças sexualmente transmissíveis que possuem como primeiros sintomas o aparecimento de feridas e verrugas. É o caso da infecção pelo vírus HPV. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020, mais de 500 mil mulheres foram diagnosticadas com ele e quase 342 mil morreram. É muito importante ter em mente que feridas na vagina não são normais e devem sempre ser analisadas por um ginecologista. Assim, o seu médico vai poder indicar o que está acontecendo e qual o tratamento mais adequado para o seu caso.

Corrimento anormal

Todas as mulheres possuem o chamado ‘corrimento’. Essa situação é totalmente normal e resultado do processo natural de lubrificação do corpo. No entanto, quando este corrimento possui coloração amarelada ou esverdeada e cheiro ruim, é preciso ter atenção. Grande parte das infecções causadas por bactérias ou fungos fazem com que o corrimento tenha essa aparência.

Por isso, sempre que notar o aspecto anormal no corrimento é importante marcar uma consulta com o ginecologista para descobrir o que está errado. Confira no vídeo a seguir como saber quando o seu corrimento é normal ou não:

Alterações de humor

Nosso humor está diretamente ligado aos nossos hormônios. Assim, quando acontece alguma alteração brusca em nossos hormônios, é comum haver variações de humor. Existem situações em que essa mudança é normal, como durante a gravidez e a menopausa. Mas é sempre muito importante ter os exames em dia e visitar o médico sempre que notar mudanças no humor. Saiba tudo sobre a menopausa aqui.

Problemas no sexo

O sexo é uma atividade saudável e que faz parte da vida de muitas mulheres. No entanto, alguns fatores podem fazer com que algumas mulheres experimentem dificuldades e desconfortos nesse momento, como: secura vaginal, dor durante a penetração e dificuldade de chegar ao orgasmo.

Esses fatores podem ocorrer devido a diversos problemas ou até mesmo doenças. Por exemplo, problemas emocionais e psicológicos e doenças como o vaginismo. Por isso, quando uma mulher passa por algum problema sexual, é importante procurar o médico para entender o que pode estar ocasionando aquilo e como fazer o tratamento.

Falar sobre a saúde íntima é saudável e muito importante para todas as mulheres. Ir ao ginecologista não deve ser um tabu, mas sim uma prática constante na vida de todas as mulheres que cuidam da saúde. Por isso, esteja sempre atenta aos sinais que o seu corpo emite e não deixe para depois um problema que pode crescer e se tornar ainda pior no futuro. Não ignore os sinais para procurar o ginecologista que o seu corpo dá!

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Janeiro Verde: prevenção ao câncer de colo do útero https://policonsultas.com.br/janeiro-verde-prevencao-ao-cancer-de-colo-do-utero/ https://policonsultas.com.br/janeiro-verde-prevencao-ao-cancer-de-colo-do-utero/#respond Thu, 21 Jan 2021 17:38:43 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=4925 Neste post você vai entender o que é e para quê serve o Janeiro Verde. Navegue por categoria: O que é o Janeiro Verde? O que é o câncer de colo do útero? Sinais que podem indicar o câncer de colo do útero. Prevenção ao câncer de colo do útero. Tratamento. O que é o ... Ler mais...

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O que é o Janeiro Verde?

O janeiro verde é uma campanha de conscientização a respeito do câncer de colo do útero. Assim, alerta para a necessidade da prevenção, realização de exames e tratamento. A campanha foi criada pela ASCO (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), que criou uma cor para cada tipo de tumor. Dessa forma, a cada mês existe uma campanha de conscientização para algum tipo de câncer.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de colo do útero é o terceiro câncer maligno mais frequente nas mulheres. Além disso, é a quarta causa de morte por câncer entre a população feminina no Brasil. É importante saber que este câncer possui prevenção através de consultas regulares ao ginecologista e realização dos exames. Por isso, é muito importante que as mulheres compareçam à consulta anual com o ginecologista. Saiba tudo sobre a consulta com a ginecologista.

O que é o câncer de colo do útero?

O câncer de colo do útero é causado pela infecção persistente do Papilomavírus Humano (o conhecido HPV). Os tipos oncogênicos do vírus, ou seja, com potencial de virar câncer, geram lesões que podem vir a se tornar o câncer de colo do útero. Além disso, estas lesões também podem se desenvolver causando câncer na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca. 

A transmissão do vírus do HPV se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. Assim, a principal forma de contágio é a via sexual. Além disso, é possível transmitir o vírus durante o parto.

Fatores de risco para o câncer de colo do útero

De acordo com o INCA, existem alguns fatores de risco para o câncer de colo do útero. Assim, entre eles estão:

  • Início precoce da vida sexual;
  • Múltiplos parceiros sexuais;
  • Histórico de verrugas genitais;
  • Tabagismo;
  • Pacientes com doenças imunossupressoras. Ou seja, aquelas que comprometem o sistema imunológico da pessoa.

Saiba mais sobre este câncer:

Sinais que podem indicar o câncer de colo do útero

No dia a dia é necessário estar atento para os sinais que podem indicar o câncer de colo do útero. Assim, alguns desses sintomas podem ser:

  • Sangramento vaginal anormal;
  • Menstruação mais longa que o habitual;
  • Secreção vaginal com sangue.
  • Dor na região pélvica.
  • Sangramento após a menopausa.
  • Dor ou sangramento durante a relação sexual.

É importante nunca ignorar um sintoma. Ao buscar o atendimento, é possível desde o início encontrar uma doença e tratá-la de forma rápida. Dessa maneira, evita-se que o problema se agrave e comprometa a saúde. Na consulta, o médico vai solicitar exames para estudar a situação. O incentivo pela prevenção para obter o diagnóstico precoce é exatamente o objetivo do janeiro verde.

Prevenção ao câncer de colo do útero

A principal forma de prevenção ao câncer de colo do útero é a vacinação. Esta vacina deve ser tomada preferencialmente antes do início da atividade sexual por meninas e meninos. Assim, são duas doses, que devem ser aplicadas com intervalo de seis meses. Além de prevenir contra o câncer, esta vacina também previne as chamadas verrugas vaginais. 

Além da vacina, todas as mulheres devem consultar o ginecologista uma vez ao ano para realizar o exame preventivo. Este exame é muito importante para a prevenção ao câncer de colo do útero pois é capaz de detectar lesões do câncer em seu início, possibilitando o rápido tratamento.

O uso da camisinha é um método secundário de prevenção ao HPV. Ou seja, diminui as chances de contágio, mas não é totalmente eficaz. No entanto, é importante lembrar que o uso do preservativo é muito importante para evitar diversas doenças sexualmente transmissíveis graves, como a Aids e a sífilis, por exemplo.

Tratamento

Após o diagnóstico do câncer de colo do útero, o médico vai analisar todas as formas de tratamento levando em consideração o estágio do câncer e a idade da paciente. Além disso, vai conversar com a paciente e considerar suas escolhas pessoais para indicar o melhor tratamento. Assim, dentre as opções de tratamento estão:

Cirurgia

Costuma ser feita nos estágios iniciais do câncer. Assim, ela consiste na retirada do útero e de seu colo, da parte superior da vagina. Apesar de ser efetiva na maior parte dos casos, este procedimento impede que a paciente tenha uma gravidez posterior. Assim, a paciente deve conversar com o médico sobre sua decisão.

Radioterapia

Neste tipo de tratamento a paciente recebe raios precisos no local do tumor. Pode apresentar efeitos colaterais como: cansaço, coceira no local e reações na pele.

Quimioterapia

É um tratamento eficaz e utilizado nos estágios mais avançados do câncer. Neste caso, a paciente recebe medicamentos administrados por via intravenosa ou infusão na veia. Entre os efeitos colaterais estão: fadiga, perda de cabelo, hematomas, hemorragias e anemia.

Terapia Alvo

É o uso de medicamentos desenvolvidos especialmente para este tipo de câncer. Assim, este tratamento possui menos efeitos colaterais do que a quimioterapia convencional.

Imunoterapia

Este tratamento consiste no uso de remédios que estimulam o sistema imunológico de uma pessoa a reconhecer e destruir as células cancerígenas. Assim, entre os efeitos colaterais estão: náusea, dor de cabeça, erupção cutânea, perda de apetite, constipação, dores nas articulações e músculos e diarreia.

Cada tipo de procedimento possui vantagens e desvantagens. Portanto, é importante que a escolha seja feita junto ao médico. Afinal, ele é especialista e sabe encontrar a melhor forma de combater esta doença. Além disso, é preciso entender que, apesar das desvantagens de um método, ele pode salvar vidas.

Policonsultas 

A Policonsultas conta com ginecologistas preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica. Por isso, caso reconheça algum dos sinais que podem servir de indicativo do câncer de colo do útero, marque uma consulta de forma rápida. Afinal, o tratamento precoce é capaz de acelerar e otimizar a cura desta doença. Apesar do nome “janeiro verde”, todas as mulheres devem prevenir esta doença o ano inteiro.

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Tudo sobre a consulta com a ginecologista https://policonsultas.com.br/ginecologista/ https://policonsultas.com.br/ginecologista/#respond Tue, 06 Oct 2020 22:01:05 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3879 Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com a ginecologista. Além disso, vai ver as principais doenças e os tratamentos adequados na área. Navegue por categoria: O que faz a ginecologista? O que acontece na primeira consulta? Como são as outras consultas? Exames mais comuns Doenças ginecológicas comuns ... Ler mais...

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O que faz a ginecologista?

O ginecologista é o médico que estuda a saúde íntima da mulher. Assim, é responsável por diagnosticar e tratar as doenças que envolvem este sistema.  Ou seja, o ginecologista auxilia a paciente de várias formas. Entre as suas funções, estão:

  • Realizar exames;
  • Diagnóstico e tratamento de doenças;
  • Prevenção de DST’s e gravidez indesejada;
  • Apoio para a mulher que quer engravidar.

É importante que a primeira consulta ocorra a partir da primeira menstruação e da vida sexual da menina. Assim, elas podem aprender sobre a prevenção de DST’s e gravidez.

O que acontece na primeira consulta? 

A primeira consulta pode gerar medo em muitas meninas. Por isso, é importante saber o que vai acontecer lá. Ainda que a primeira consulta deva acontecer após a primeira menstruação, é importante que esta seja marcada caso a menina sinta algum desconforto antes. Afinal, algumas doenças podem se manifestar muito cedo.

Em princípio, se a menina for virgem, o ginecologista fará perguntas sobre menstruação, histórico de doenças na família, entre outras. Além disso, pode examinar os seios e as genitais. Por outro lado, se a menina já tiver uma vida sexual, o médico pode fazer o preventivo. A partir daí, este exame deve ser realizado todos os anos pelas mulheres. No entanto, é importante lembrar que qualquer exame só será feito se a paciente estiver confortável.

É comum que na primeira consulta o ginecologista mostre como fazer o autoexame nos seios. Afinal, esta é umas das principais formas de prevenção ao câncer de mama. Além disso, o médico vai estabelecer com a menina uma conversa informal. De acordo com a ginecologista da Policonsultas, Karoline Vardiero, na primeira consulta o ginecologista explica sobre o corpo da menina. “ Assim, é uma conversa com a paciente sobre o que é a menstruação, uso de absorventes, entre outros. Além disso, há orientação para quando ela iniciar a vida sexual. Ou seja, como fazer a prevenção de doenças e gravidez.”

sala de ginecologia da Policonsultas
Consultório médico da Policonsultas.

Como são as outras consultas?

Depois da primeira vez, a menina deve voltar ao médico todos os anos e sempre que notar algo errado. Na consulta, o médico vai fazer o exame preventivo, o exame de toque e das mamas. Além disso, o médico vai ter uma conversa com a mulher sobre vários temas. Por exemplo: menstruação, cólicas, vida sexual. 

Logo após a primeira consulta, a mulher deve ir ao ginecologista sempre que perceber algo errado. Dessa forma, alguns sinais que merecem atenção são:

  • Coceira na região íntima;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Ciclo menstrual desregulado;
  • Dor ou caroços nas mamas;
  • Alteração na cor ou cheiro do corrimento.

O médico pode pedir exames para analisar a causa desses sintomas. Geralmente, o tratamento das doenças é mais fácil quando encontradas rapidamente. Por isso, é sempre importante visitar o ginecologista.

Exames ginecológicos mais comuns

Os exames mais comuns são:

Exame preventivo de câncer de colo de útero
Realização do papanicolau na consulta ginecológica.
  • Transvaginal: Introdução de um duto na barriga ou vagina. Assim, é possível ver a saúde do útero e ovários.
  • Exame das mamas: Exame de toque. 
  • Colposcopia: Análise de alterações no Papanicolau. Saiba mais sobre a colposcopia.
  • Vulvoscopia:  Análise da vulva e da vagina.

Doenças ginecológicas comuns

As doenças mais comuns são:

Como prevenir as doenças ginecológicas?

De acordo com a ginecologista da Policonsultas, Karoline Vardiero, a melhor forma de preveção é a ida ao ginecologista. Assim, garante-se que a mulher está saudável. Além disso, alguns cuidados podem ser tomados, como:

  • Evitar o uso de calças apertadas;
  • Aparar pelos pubianos para higienização;
  • Realizar higiene íntima após ato sexual;
  • Trocar absorventes durante a menstruação; 
  • Lavar roupas íntimas com água e sabão e secá-las ao sol;
  • Não compartilhar sabonetes e peças íntimas.

Doenças sexualmente transmissíveis

De acordo com o Ministério da Saúde, a maioria das DST’s são transmitidas por contato sexual sem o uso de camisinha. Além disso, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Dessa forma, as principais DST’s são:

  • Aids: Causada pelo HIV (vírus da imunodeficiência adquirida). O HIV compromete o funcionamento do sistema imunológico humano. 
  • Condiloma acuminado ou HPV: Lesão na região genital, causada pelo HPV. A infecção deste vírus pode levar ao câncer do colo do útero.
  • Clamídia: Apresenta sintomas como dor ao urinar. Mulheres podem não apresentar nenhum sintoma, mas a infecção pode atingir o útero.
  • Herpes: Aparecem pequenas bolhas, principalmente na vagina e na ponta do pênis.
  • Sífilis: Surgem feridas nos órgãos sexuais e nas virilhas. Não causa qualquer desconforto.
  • Tricomoníase: Os principais sintomas são: corrimento amarelo, dor durante o ato sexual e coceira nos órgãos sexuais. 
  • Gonorréia: A mais comum das DST’s. Nas mulheres, atinge principalmente o colo do útero.
A camisinha é o melhor método contra as doenças sexualmente transmissíveis.

Prevenção das DST’s

Medidas podem ser tomadas a fim de evitar as DST’s. Dentre elas:

  • Uso de camisinha– Deve ser usada no sexo vaginal, anal e oral.
  • Vacina– Segura para prevenir infecções pelo vírus HPV.  Deve ser aplicada  antes do início da vida sexual.
  • Exames – Pessoas com vida sexual ativa devem realizar exames .
  • Não compartilhar seringas – Sempre use seringas descartáveis.

Principais métodos contraceptivos

Hoje,  existem várias formas de prevenir a gravidez . Assim, fatores como histórico de doenças e uso de outros medicamentos vão interferir na escolha do método adequado. Por isso, é importante que a mulher faça a opção junto ao ginecologista, que vai orientá-la. Assim, os principais meios são:

  • Preservativo (masculino ou feminino)– Principal método anticoncepcional. Além disso, é o único que também protege contra as DST’s.
  • Pílula anticoncepcional– Possui hormônios como os dos ovários. Assim, faz com que a ovulação não ocorra.
  • Dispositivo intrauterino– O DIU é colocado no útero pelo ginecologista. Assim, é eficaz por cerca de 5 anos. Entenda como funciona o DIU.
  • Diafragma vaginal– Impede a entrada dos espermatozoides no útero. 
  • Anticoncepcional injetável– Aplicado no músculo do braço ou perna 1 vez por mês ou de 3 em 3 meses.
  • Laqueadura ou vasectomia– No caso da mulher é feita a junção das trompas. Por outro lado, nos homens, corta-se o canal dos espermatozoides.
Posicionamento do DIU
Posicionamento do DIU no útero feminino.

Métodos alternativos

Além dos métodos citados, muitos utilizam formas naturais para prevenir a gravidez. Assim, temos: método da temperatura, do muco e da tabelinha. Além disso, também é comum o coito interrompido. Ou seja, o homem tira o pênis da vagina antes de ejacular. No entanto, esses métodos não são totalmente seguros.

Além disso, se o casal não usou métodos convencionais de contracepção, a mulher pode usar a pílula do dia seguinte. Assim, pode tomá-la até 72 horas após o sexo. Entretanto, seu uso deve se dar apenas em casos de emergência. Assim, para entender seu funcionamento e eficácia, assista o vídeo a seguir:

Verdade ou mito?

A princípio, é comum encontrar informações muitas vezes erradas sobre saúde feminina. Por isso, a Policonsultas tira algumas dúvidas.

Após algum tempo, devo fazer uma pausa no anticoncepcional?  MITO

Não. A mulher não deve parar o uso do contraceptivo. Somente se quiser engravidar.

Usar calça jeans pode causar corrimento?  VERDADE

Sim. O abafamento pelo jeans e a transpiração podem trazer um desequilíbrio vaginal.

Usar a pílula anticoncepcional por muito tempo afeta a fertilidade? MITO

Logo após interromper a pílula, a gravidez pode ocorrer. 

Posso engravidar menstruada? VERDADE

Sim. O período menstrual tem várias fases. Além disso, o espermatozoide consegue sobreviver dentro do útero por até cinco dias.

Posso usar camisinha usada?  MITO

Não. Elas são feitas de material fino. Assim, podem rasgar se usadas mais de uma vez.

Dormir sem calcinha faz bem? VERDADE

Dormir sem calcinha deixa a região arejada durante a noite.

Policonsultas 

Precisa marcar uma consulta com ginecologista? A Policonsultas tem uma equipe de profissionais preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica.

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Entenda por que a visita ao ginecologista é essencial em todas as fases da vida da mulher https://policonsultas.com.br/por-que-a-visita-ao-ginecologista-e-essencial-em-todas-as-fases-da-vida-da-mulher/ https://policonsultas.com.br/por-que-a-visita-ao-ginecologista-e-essencial-em-todas-as-fases-da-vida-da-mulher/#respond Mon, 13 Jan 2020 18:47:17 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3353 A saúde da mulher trata-se de uma série de cuidados que devem ser mantidos constantemente e ao longo de toda vida. O médico responsável pelo estudo e cuidado com o sistema reprodutor feminino é o ginecologista, e a visita à esse especialista uma vez ao ano é muito importante para que a saúde da mulher ... Ler mais...

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A saúde da mulher trata-se de uma série de cuidados que devem ser mantidos constantemente e ao longo de toda vida. O médico responsável pelo estudo e cuidado com o sistema reprodutor feminino é o ginecologista, e a visita à esse especialista uma vez ao ano é muito importante para que a saúde da mulher mantenha-se equilibrada.

O ginecologista está apto a analisar as queixas e sintomas apresentados pelas pacientes, auxiliando nas dúvidas que podem ocorrer desde a adolescência até a terceira idade. Também podem encaminhar à realização de exames de rotina ou àqueles investigativos, para casos de complementação no diagnóstico de doenças, quando houver necessidade.

Da adolescência a terceira idade: rotinas de ida ao médico ginecologista tem diferentes motivações

A adolescência é uma fase do desenvolvimento humano marcada por várias mudanças, geralmente desencadeadas por alterações hormonais. Nessa fase é comuns que jovens tenham muitas dúvidas sobre seu corpo e como lidar com tantas transformações. Assim, ainda que não tenha ocorrido relações sexuais em tal período, é importante que a primeira consulta com o ginecologista aconteça a fim de sanar dúvidas. Além disso, consulta será o ambiente confiável para tratar sobre sexualidade, onde serão dadas informações sobre gravidez precoce, métodos contraceptivos, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), entre outros assuntos.

Já as mulheres adultas, ou que já tenham vida sexual ativa, devem visitar o especialista em ginecologia pelo menos uma vez ao ano para realização do exame colpocitologia oncótica cervical, mais conhecido como exame preventivo ou Papanicolaou. Esse exame é reconhecido mundialmente como uma estratégia para a detecção precoce do câncer do colo do útero (leia aqui).

A partir dos 40 anos a ida no ginecologista passa a ser essencial para a realização da mamografia. Este exame pode detectar precocemente o câncer de mama, uma doença silenciosa e que não gera dores ou desconfortos graves inicialmente. Por isso, o exame anual pode facilitar um diagnóstico precoce, possibilitando até 95% de chance de cura.

Durante a gestação, o ginecologista obstetra é responsável por fazer o acompanhamento do pré-natal, que consiste na assistência médica prestada à mulher durante os meses que envolvem a gravidez. Esse procedimento é importante para que o médico consiga avaliar doenças preexistentes na paciente, como por exemplo em casos de hipertensão arterial, diabetes ou patologias transmissíveis.

espéculo ginecológico
Com o auxílio de um espéculo, o ginecologista pode observar o colo de útero da paciente

Como a Policonsultas pode te ajudar?

Além dessas visitas essenciais ao ginecologista longo da vida, existem vários sintomas que devem ser vistos como sinais para procurar ajuda médica a qualquer momento. Dentre eles, podemos destacar: a dor no baixo ventre, corrimento ou coceira vaginal, dor, secreção ou inchaço nas mamas ou mamilos, pouca ou nenhuma lubrificação, cólica menstrual forte, menstruação irregular, sangue na urina, dor para urinar, gravidez, risco ou exposição a alguma IST, entre outros.

sala de ginecologia da Policonsultas
Na Policonsultas é possível se consultar todos os dias com uma ginecologista.

Na Policonsultas, é possível se consultar diariamente por uma especialista em ginecologia obstétrica mediante agendamento. Além disso, também são realizados exames diagnóstico na própria clínica, conheça-os aqui.

Para mais informações sobre consultas, exames e procedimentos médicos realizados na Clínica Policonsultas, entre em contato:

 

Telefone: (32) 3031-6060

WhatsApp: (32) 99102-6160

 

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Entenda como funciona o DIU: o método contraceptivo de longa duração https://policonsultas.com.br/entenda-como-funciona-o-diu/ https://policonsultas.com.br/entenda-como-funciona-o-diu/#respond Wed, 30 Oct 2019 17:04:45 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3166 O dispositivo intrauterino, mais conhecido como DIU, foi criado em meados da década de 1960 nos Estados Unidos. Entretanto, foi apenas a partir de 1980 que mulheres passaram a procurar o DIU como um contraceptivo, em face de um processo de questionamentos e pesquisas que discorriam sobre a segurança e perigos da pílula anticoncepcional. Em ... Ler mais...

O post Entenda como funciona o DIU: o método contraceptivo de longa duração apareceu primeiro em Policonsultas.

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O dispositivo intrauterino, mais conhecido como DIU, foi criado em meados da década de 1960 nos Estados Unidos. Entretanto, foi apenas a partir de 1980 que mulheres passaram a procurar o DIU como um contraceptivo, em face de um processo de questionamentos e pesquisas que discorriam sobre a segurança e perigos da pílula anticoncepcional.

Em mais de cinco décadas de desenvolvimento e pesquisas sobre o assunto, o DIU tornou-se um dos métodos anticoncepcionais reversíveis mais usados em todo o mundo. De acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 170 milhões de mulheres já fazem uso deste método.

Atualmente, existem dois principais modelos de Dispositivo Intrauterino: o DIU de cobre e o DIU hormonal, sendo este último também conhecido como Sistema Intrauterino (SIU). Em ambos os casos, trata-se de um pequeno aparelho de plástico em formato de T que deve ser inserido dentro da cavidade uterina pelo ginecologista. Sua forma de ação consiste em tornar o ambiente uterino nada favorável aos espermatozóides, e por isso sua eficácia é de 99,3%, ocasionando problemas apenas quando está mal posicionado.  A grande vantagem destes métodos é a duração, uma vez que pode proteger a mulher de uma gestação durante anos.

Neste post vamos ajudá-la a entender como funciona o DIU, suas vantagens e cuidados.

 

Quais são as principais diferenças e semelhanças entre o DIU de cobre e o DIU hormonal (SIU)?

 

Conheça os dispositivos intrauterinos mais comuns.     Imagem retirada do site do Ministério da Saúde

 

A principal diferença entre os dispositivos é que o DIU de cobre contém um fio de cobre que libera íons desse metal localmente,  não possuindo nenhum tipo de hormônio sintético. Como efeito colateral, percebe-se o aumento do fluxo menstrual e, em alguns casos, das cólicas menstruais, não sendo recomendado para redução de desconforto menstrual. O dispositivo de cobre tem duração de 5 a 10 anos após inserido.

Já o SIU, funciona de forma similar, entretanto sua ação consiste em liberar o hormônio levonorgestrel dentro do útero diariamente e tem duração de, no máximo, 5 anos. Estudos apontam que a ação hormonal do SIU ocorre de maneira local, isto é, dentro do útero, e não de forma sistêmica como os anticoncepcionais de uso oral.  Além do efeito contraceptivo, o hormônio pode apresentar outros efeitos, como redução de cólicas e também do fluxo menstrual. Após 6 meses de uso desse método, 44% das usuárias param de menstruar.

 

Como ocorre o procedimento de inserção do DIU?

A escolha do dispositivo deve ser conversada com seu médico ginecologista, uma vez que é este profissional que poderá indicar os benefícios para cada caso e quadro de saúde. No entanto, existem poucas situações em que o DIU e o SIU são contraindicados, as quais podemos citar: mulheres que estejam com doença Inflamatória Pélvica, Infecções sexualmente transmissíveis, miomas que distorçam a cavidade uterina, sangramento vaginal sem diagnóstico, gravidez confirmada, malformações uterinas e estreitamento do canal do colo uterino, câncer do colo de útero e do endométrio.

Assim, na maior parte das situações, na consulta inicial com o ginecologista será solicitado alguns exames complementares para conferir que a paciente está apta para realizar o procedimento, como por exemplo: exames de sangue, exame preventivo de colo de útero e ultrassonografia transvaginal.

Nos dois casos, o procedimento de inserção é simples, rápido e costuma ser realizado no próprio consultório médico. Nos primeiros dias pode haver uma pequena dor, uma reação natural do organismo que precisará se acostumar com o objeto inserido no útero. Entretanto, isso pode ser resolvido com o uso de antiflamatório prescrito pelo profissional de ginecologia.

A retirada do DIU também é um procedimento simples e em geral indolor, realizado durante uma consulta médica.

 

Posicionamento do DIU
Posicionamento do DIU

 

Quais os riscos e cuidados que devo ter após colocar o DIU?

De acordo com pesquisas, não há evidências comprovadas entre o uso do DIU de cobre ou hormonal e o desenvolvimento de tumores, problemas vasculares, trombose ou ganho de peso. O maior risco que pode estar associado à esse procedimento é ocorrer uma expulsão do dispositivo, como um reação do organismo. Entretanto a estimativa é de 2% a 4% de todos os casos, geralmente nos primeiros 30 dias. Após esse período é raro haver deslocamento exterior. Assim, é importante ficar atenta a sangramentos sem motivo aparente e dor abdominal.

A recomendação da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) é que entre 20 e 30 dias após a inserção seja realizada uma reavaliação, verificando se dispositivo está bem posicionado. É esta confirmação que poderá garantir a eficácia do DIU, uma vez que quando estiver mal colocado haverá possibilidade de ocorrer uma gravidez. Após isso, a revisão deve ser anual em uma consulta com o ginecologista, no qual pode ser requerido algum  exame de imagem.

Como a Policonsultas pode te ajudar?

Se você está procurando um local seguro para realizar o procedimento de inserção do DIU, a Policonsultas pode te ajudar.  Aqui você encontra uma equipe de especialistas em ginecologia que poderão apresentar todos os benefícios do DIU. Além  disso, é este profissional que poderá avaliar seu quadro de saúde e indicar outros métodos contraceptivos que também podem ser eficazes para suas necessidades.

Conheça nossas profissionais de saúde aqui.

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Policonsultas disponibiliza tenda de saúde na 7ª Corrida Solidária da Ascomcer https://policonsultas.com.br/tenda-de-saude-da-policonsultas-na-7a-corrida-solidaria-da-ascomcer/ https://policonsultas.com.br/tenda-de-saude-da-policonsultas-na-7a-corrida-solidaria-da-ascomcer/#respond Mon, 28 Oct 2019 13:34:13 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3150 Desde de 2013, a Ascomcer (Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer) realiza a Corrida Solidária do Outubro Rosa em Juiz de Fora. Nesse domingo, dia 27 de Outubro de 2019, ocorreu a 7ª edição do evento e a Policonsultas esteve presente com sua tenda de saúde. A Corrida Ascomcer tornou-se reconhecida na cidade ... Ler mais...

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Desde de 2013, a Ascomcer (Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer) realiza a Corrida Solidária do Outubro Rosa em Juiz de Fora. Nesse domingo, dia 27 de Outubro de 2019, ocorreu a 7ª edição do evento e a Policonsultas esteve presente com sua tenda de saúde.

A Corrida Ascomcer tornou-se reconhecida na cidade como uma ação para arrecadar fundos para melhorar as condições do Hospital Ascomcer. Entretanto, o evento é uma oportunidade de levar a conscientização sobre o câncer de mama de uma maneira leve e animada. Com a ajuda de vários parceiros que auxiliam na construção desse dia, o evento proporciona uma manhã de atividade física, troca de informação, shows, premiações e brindes.

Sobre a importância de falar sobre o câncer de mama

Ao redor do mundo, o mês de outubro ganhou uma cor simbólica com o intuito de chamar atenção para o combate a uma doença que pode ser fatal: ao câncer de mama. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), dentre todos os casos de cânceres registrados no país, a maior taxa de mortalidade entre as mulheres deriva do câncer de mama. Na última estimativa realizada pelo órgão, em relação ao ano de 2018, esta doença ocasionou cerca de 16 mil óbitos.

Os dados apresentados em uma reportagem realizada pelo jornal local Tribuna de Minas, apontam que a cada ano, quase 300 novos casos de câncer de mama são registrados na cidade de Juiz de Fora. Além disso, a pesquisa também estimou cerca de 295 óbitos de mulheres nos últimos cinco anos. Por isso, o intuito do evento era ampliar  a divulgação dos modos de prevenção da doença, alertando para a importância da atividade física e da busca por assistência de um médico ginecologista. O diagnóstico precoce do câncer de mama é a melhor forma de reduzir esse índice de mortalidade pela doença na cidade.

Tenda de saúde da Policonsultas na 7ª Corrida Solidária da Ascomcer

Como apoiadores da iniciativa, a Policonsultas montou sua tenda de saúde na Corrida Solidária da Ascomcer. Desde de 7:30h da manhã, na praça cívica da UFJF, foram distribuídos folhetos informativos ao público presente, cartões de desconto em consultas, além de aferição de pressão arterial pelos técnicos de enfermagem.

Acreditamos que a integração entre profissionais da saúde com a comunidade é essencial para trazer informações que podem garantir maior qualidade de vida à população. Assim, falar da importância da realização de exercícios físicos e alertar sobre os riscos do câncer de mama e como identificá-lo pode ser um importante passo na redução de mortes do público feminino.

Por fim, a ação foi finalizada às 11:20h da manhã após muito diálogo e informação compartilhada.

Confira fotos do evento:

Equipe Policonsultas na Corrida Solidária da Ascomcer 2019 Largada da Corrida, às 8h da manhã

 

A Policonsultas agradece à Ascomcer pela oportunidade de participar de um evento com motivações tão nobres. Além disso, destacamos o trabalho dos técnicos em enfermagem que deram suporte às ações promovidas.

 

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Entenda a importância do exame preventivo no combate ao câncer de colo de útero https://policonsultas.com.br/exame-preventivo-de-cancer-de-colo-de-utero/ https://policonsultas.com.br/exame-preventivo-de-cancer-de-colo-de-utero/#respond Tue, 15 Oct 2019 15:33:55 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3111 Há uma série de exames de rotina que devem ser feitos periodicamente durante a vida para controle e acompanhamento da saúde. Para as mulheres, o exame de colpocitologia oncótica cervical, mais conhecido como exame preventivo ou Papanicolaou, é um deles. Reconhecido mundialmente como uma estratégia para a detecção precoce do câncer do colo do útero, ... Ler mais...

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Há uma série de exames de rotina que devem ser feitos periodicamente durante a vida para controle e acompanhamento da saúde. Para as mulheres, o exame de colpocitologia oncótica cervical, mais conhecido como exame preventivo ou Papanicolaou, é um deles. Reconhecido mundialmente como uma estratégia para a detecção precoce do câncer do colo do útero, este exame tem possibilitado a redução da mortalidade por este câncer ao longo dos anos.

O câncer do colo do útero caracteriza-se por uma proliferação anormal de células cancerosas na região do colo do útero. Entretanto, inicialmente, a doença pode se manifestar enquanto lesões pré-invasivas, isto é, quando as células estão somente na camada superficial do tecido do colo de útero e ainda não acometeram o interior do órgão de origem. Assim, por seu desenvolvimento ser lento e gradual antes de atingir um estágio invasivo da doença, estima-se que o câncer de colo de útero pode ser curável na maioria dos casos, quando detectado em estágios iniciais.

A relevância do exame preventivo para a comunidade médica

O exame de Papanicolaou recebeu esse nome em homenagem ao patologista grego Georges Papanicolaou, que criou o método de análise em meados do século XX. Após os testes iniciais feitos pelo médico e sua esposa, vários outros estudos foram desenvolvidos por entidades de pesquisa e instituições de saúde. O objetivo era mostrar como a frequência na realização do exame poderia ajudar a salvar milhões de vidas dessa especificidade de câncer.

De acordo com pesquisas realizadas pelo Departamento de saúde dos Estados Unidos (U.S. Department of Health & Human Service), na ausência de tratamento, o tempo médio de detecção de lesão não-invasiva leve e o desenvolvimento de câncer é de 58 meses. Menos de 10% dos casos evoluirão para câncer no primeiro ano, isto é, ao longo de 12 meses. Estes dados puderam apoiar a indicação da frequência do exame associando-o a um método de prevenção do desenvolvimento do câncer de colo de útero.

No Brasil, foi em 1988 que o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer, definiram que toda mulher que tem vida sexual ativa deve submeter-se ao exame preventivo anualmente, especialmente entre 25 e 59 anos de idade. Após 2 exames anuais consecutivos negativos, indica-se a realização a cada 3 anos. Esta última recomendação é respaldada por pesquisas que indicam que a redução percentual no risco de desenvolver câncer após dois resultados negativo é praticamente a mesma. Isto é, quando o exame é realizado anualmente, há uma redução de 93% do risco, e quando ele é realizado a cada 3 anos a redução é de 91%.

Como é realizado este exame? 

De forma geral, o exame preventivo é indolor, rápido e tem um baixo custo de análise. Na consulta com o ginecologista, insere-se um instrumento chamado espéculo na vagina a fim de conseguir visualizar toda a região e o colo de útero. Para a coleta do material, o ginecologista utiliza uma espátula para colher algumas células do colo de útero. Por fim, coloca-se o material em uma lâmina para análise microscópica em laboratório especializado em citopatologia.

Exame preventivo de câncer de colo de útero
Ilustração da realização do exame de Papanicolaou

Os resultados deverão ser analisados pelo profissional de ginecologia, que melhor indicará um tratamento ou a data para recondução do exame.

A recomendação da Policonsultas é a consulta regular com um especialista de ginecologia. É este profissional que poderá encaminhá-la à realização de exames, além de fornecer orientações sobre tratamentos mais adequados quando houver necessidade.

Conheça nosso corpo clínico aqui e não deixe de marcar sua consulta!

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Ultrassonografia para diagnóstico de doenças e acompanhamento da saúde ginecológica https://policonsultas.com.br/ultrassom-para-diagnostico-e-acompanhamento-da-saude-ginecologica/ https://policonsultas.com.br/ultrassom-para-diagnostico-e-acompanhamento-da-saude-ginecologica/#respond Wed, 09 Oct 2019 14:57:36 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3057 Além dos já conhecidos exames de rotina, como o  hemograma completo e o exame preventivo de colo de útero (papanicolau), por exemplo, a ultrassonografia é um tipo de exame que mulheres devem realizar em algum momento da vida, em função de sua faixa etária, quadro de saúde ou gestação. De acordo com a Febrasgo, Federação ... Ler mais...

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Além dos já conhecidos exames de rotina, como o  hemograma completo e o exame preventivo de colo de útero (papanicolau), por exemplo, a ultrassonografia é um tipo de exame que mulheres devem realizar em algum momento da vida, em função de sua faixa etária, quadro de saúde ou gestação.

De acordo com a Febrasgo, Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, a estimativa é de que 40% dos cânceres que acometem mulheres são ginecológicos, com destaque principalmente ao câncer de mama, colo do útero e ovário. Por isso, acredita-se que a prevenção de doenças do trato ginecológico é um  aliado na redução dos índices de causa de morte do público feminino. O cuidado e controle sobre a saúde da mulher consistem na periodicidade de visitas ao médico especialista, que então poderão encaminhar  à realização de exames de rotina ou àqueles investigativos, para casos de complementação no diagnóstico de doenças.

A ultrassonografia trata-se de um exame de imagem.  Ele ocorre a partir do uso de um transdutor, como é chamado o aparelho responsável por emitir ondas sonoras de alta frequência (de 2 milhões a 20 milhões de hertz), que são captadas de volta sob a forma de eco. A partir disso, ao manipular o instrumento de modo específico, é possível que o ginecologista tenha uma visão precisa da estrutura pélvica, as condições dos tecidos internos e suas anomalias, quando houver.

Conheça três tipos de exames de ultrassom indicados para mulheres:

Ultrassonografia transvaginal

Este exame também é conhecido como endovaginal ou intravaginal e consiste em inserir um aparelho no interior do canal vaginal. O objetivo é observar e estudar a condição dos órgãos da cavidade pélvica, como útero, ovários, endométrio e trompas uterinas, por exemplo.

ultrassom transvaginal
Aparelho utilizado pelo ginecologista para realização de ultrassonografia transvaginal

As principais indicações dos ginecologistas para a realização deste exame é a avaliação da espessura do endométrio; sangramento uterino; cistos ovarianos, presença de mioma e câncer; anomalias no útero; localização do DIU; e auxiliar as técnicas de reprodução assistida.

De forma geral, o exame é indolor, podendo causar leve desconforto em alguns casos específicos. Entretanto, é sempre contra-indicado à mulheres que ainda não iniciaram vida sexual.

Ultrassonografia pélvica por via abdominal

Este caso de ultrassom consiste em deslizar o transdutor sobre a pele, na região do baixo abdômen. Nesse casos, é necessário que a paciente realize o exame com a bexiga cheia, facilitando a visualização dos outros órgãos internos de um ponto de vista panorâmico e externo. As indicações permite identificar e diagnosticar algumas doenças que acometem o útero, por exemplo: o proplapso uterino, incontinência urinária, miomas e pólipos uterinos, sangaramento anormal, cistos ovarianos, gravidez ectópica (aquela que ocorre fora do útero), entre outros.

Assim, por ser realizado de forma externa, este exame pode ser realizado em todas as idades.

Ultrassonografia obstétrica

ultrassonografia morfologica e obstétrico
Ultrassonografia indicada para acompanhamento de paciente gestante

O ultrassom obstétrico é considerado uma das ferramentas mais importantes na rotina do cuidado com pacientes gestantes. Este exame consiste em um acompanhamento das fases da gravidez, podendo apontar os eventuais sinais de mau prognóstico, gestação intra-uterina, risco de cromossomopatias do feto, permite visualizar a anatomia da placenta, calcular o risco de doenças maternas, entre outras indicações.

 

A equipe da Policonsultas reitera que é essencial a visita ao médico ginecologista regularmente. Este é o especialista pelo estudo, diagnóstico e tratamento de lesões, disfunções e irregularidades no sistema reprodutor feminino e que poderão esclarecer outras dúvidas e indicar a necessidade de exames.

Conheça nosso corpo clínico e realize seus exames com a gente.

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Outubro Rosa: Campanha mundial de luta contra o câncer de mama https://policonsultas.com.br/cancer-de-mama/ https://policonsultas.com.br/cancer-de-mama/#respond Tue, 01 Oct 2019 18:19:58 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2973 Desde de 2002, no Brasil, outubro tornou-se o mês de conscientização e combate ao câncer de mama. Influenciado pelo movimento Pink October, iniciado nos Estados Unidos em 1995, aqui e em várias partes do mundo adota-se o rosa para alertar e lutar contra esta doença bastante nociva, principalmente para o público feminino. Você sabe o ... Ler mais...

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Desde de 2002, no Brasil, outubro tornou-se o mês de conscientização e combate ao câncer de mama. Influenciado pelo movimento Pink October, iniciado nos Estados Unidos em 1995, aqui e em várias partes do mundo adota-se o rosa para alertar e lutar contra esta doença bastante nociva, principalmente para o público feminino.

Você sabe o que caracteriza o câncer de mama e quais exames você deve fazer para diagnosticá-lo? Nesse post vamos ajudar você a entender melhor sobre esse tema.

Dados alarmantes sobre o Câncer de mama no Brasil

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, dentre todos os casos de cânceres registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/MS), a maior taxa de mortalidade entre as mulheres deriva do câncer de mama. Na última estimativa realizada pelo órgão, em relação ao ano de 2018, esta doença representou 29% dos novos casos de câncer no país, e ocasionou cerca de 16 mil óbitos.

 

Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para (Retirado do site oficial do INCA)
Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para 2018 (Retirado do site oficial do INCA)

Contudo, apesar dos números alarmantes, o diagnóstico precoce possibilita até 95% de chance de cura mediante tratamento especializado. Entretanto, quando descoberto tardiamente, este número cai para 50%. Por isso, o lembrete do Outubro Rosa é para ampliar a divulgação dos modos de prevenção da doença, alertando para a busca por assistência de um médico ginecologista e assim reduzir esse índice de mortalidade pelo diagnóstico precoce de câncer de mama.

Mas afinal, o que é o câncer de mama e por quê ele ocorre?

Em um estado de funcionamento normal, o organismo humano constantemente produz células novas e saudáveis a fim de substituir as células antigas do corpo. Entretanto, por alguma alteração que ocorre a nível genético, as células passam a ser reproduzidas em excesso e de forma anormal, formando  tumores. Esses tumores podem ser benignos, isto é, não são nocivos a saúde, ou podem ser malignos, os quais são cancerosos e podem invadir tecidos e órgãos vizinhos.

De forma geral, o câncer de mama se caracteriza pela formação de nódulo (caroço) na extensão dos seios ou na parte inferior das axilas. Não há uma causa específica para o desenvolvimento da doença, mas de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, alguns fatores estão associados ao aumento do risco de desenvolver esse câncer, como por exemplo, a menarca precoce, a menopausa tardia, uso de terapia de reposição hormonal ou fatores hereditários, em destaque aos casos relacionados à parentes de primeiro grau (pai, mãe, irmãos). Além disso, o consumo excessivo de álcool, a ingestão continuada de gordura saturada, obesidade e sedentarismo também são possíveis associados ao desenvolvimento do câncer de mama.

Exames de prevenção e diagnóstico

O câncer de mama, por vezes, pode ser silencioso e discreto, não gerando dores ou desconfortos graves. Entretanto, alguns sintomas podem servir de indicativo para mulheres buscarem ajuda. São eles: a maior sensibilidade nos seios ou mamilos; mudança na textura da pele ou um aumento dos poros da pele das mamas; mudança inexplicável no tamanho ou no formato dos seios; pele da mama, aréola ou mamilo escamosos, avermelhados ou inchados; liberação de líquido branco, semelhante ao leite, em mulheres não-lactantes.

Além dessas observações, a realização mensal do autoexame das mamas é uma ferramenta para que mulheres conheçam seu corpo e possam detectar possíveis alterações, dando um alerta para uma investigação minuciosa de um profissional de ginecologia. Entretanto, a recomendação dos órgãos de saúde é a visita anual ao ginecologista, assim como a realização de exames de rotina que são fundamentais para se prevenir dessa doença e que, porventura, também poderão indicar com precisão o estágio do tumor e aumentar as chances de cura. Os exames mais indicados são a ultrassonografia de mamas e a mamografia.

Portanto, é importante lembrar que  a auto-observação não é um método de diagnóstico de câncer de mama, uma vez que os tumores detectados podem ser benignos ou muito pequenos para serem sentidos. Além disso, o autoexame não substitui a consulta regular ao ginecologista, ou mesmo a realização de exames e procedimentos médicos.

Tratamento do câncer de mama

Atualmente a medicina tem demonstrado resultados cada vez mais eficazes no tratamento de câncer de mama a partir de novos procedimentos, técnicas e medicamentos para quadros oncológicos.

De forma geral, existem quatro diferentes procedimentos para o tratamento de câncer de mama: cirurgia de retirada de tumor, quimioterapia, radioterapia e bloqueio hormonal. A cirurgia é uma das primeiras abordagens indicadas pelo mastologista, . Entretanto, quando os tumores são maiores que 3,5 cm, sugere-se a quimioterapia como primeiro procedimento a fim de reduzir o tamanho do canceroma. Além disso, em muitos casos os pacientes também realizam a terapia hormonal que consiste na tentativa de bloquear hormônios através de medicação de uso prolongado.

Como a Policonsultas pode te ajudar?

A Policonsultas conta com uma equipe de profissionais de ginecologia preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica. Conheça nosso corpo clínico aqui!

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Você sabe o que é uma Colposcopia? Saiba mais sobre esse exame https://policonsultas.com.br/colposcopia-exame/ https://policonsultas.com.br/colposcopia-exame/#respond Mon, 16 Sep 2019 19:05:06 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2910 A partir de setembro a Policonsultas passou a realizar o exame de Colposcopia nas dependências da clínica, localizada no Mister Shopping, em Juiz de Fora.  A Colposcopia tem grande importância para investigar possíveis alterações em exames ginecológicos, principalmente nos casos onde há lesões na vagina ou colo de útero. Neste post buscaremos esclarecer potenciais dúvidas ... Ler mais...

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A partir de setembro a Policonsultas passou a realizar o exame de Colposcopia nas dependências da clínica, localizada no Mister Shopping, em Juiz de Fora.  A Colposcopia tem grande importância para investigar possíveis alterações em exames ginecológicos, principalmente nos casos onde há lesões na vagina ou colo de útero.

Neste post buscaremos esclarecer potenciais dúvidas e curiosidades sobre esse exame.

Mas afinal, o que é o exame de Colposcopia?

Não é segredo que as mulheres devem visitar um ginecologista regularmente, a fim de fazerem um acompanhamento sobre sua saúde que complementam aos exames indicados por um clínico geral. Segundo recomendação do Ministério da Saúde, pelo menos um vez ao ano é necessário realizar o exame preventivo do colo de útero, mais conhecido como Papanicolau. Este exame pode detectar a presença de alterações celulares no colo do útero, e em alguns casos, detectar a presença de células cancerígenas.

De forma geral, quando o resultado do Papanicolau indica alguma alteração inflamatória ou infecciosa, o ginecologista indica um outro exame complementar: a Colposcopia. Através do uso de um aparelho chamado colposcópio e a aplicação de substâncias reagentes (ácido acético e solução iodada), o médico consegue identificar as lesões na vagina e no colo de útero que muitas vezes não podem ser vistas a olho nu.

A doença sexualmente transmissível conhecida como HPV (Vírus do papiloma humano), por exemplo, pode ser identificada através da colposcopia. As lesões de baixo grau relacionadas à doença são muito frequentes, mas na maioria das vezes acabam desaparecendo sem tratamento. Entretanto, as “lesões de alto grau” apresentam maiores chances de se tornarem câncer do colo de útero, portanto devem ser tratadas o quanto antes. Em ambos os casos, o médico pode realizar uma biópsia, isto é, retirar uma amostra de tecido da área doente para ser analisado em laboratório e comprovar se existem ou não doenças pré-malignas ou malignas.

Portanto, a colposcopia trata-se de uma método auxiliar para investigar casos de mulheres que tenham seu exame citopatológico alterado ou anormal. O exame permite avaliar a localização, extensão e mapeamento das regiões suspeitas de infecção que devem sem tratadas. Ademais, pode-se indicar este exame para acompanhar a evolução dos tratamentos já iniciados.

A recomendação da Policonsultas é a consulta regular com um especialista de ginecologia. É este profissional que poderá encaminhá-la à realização de exames, além de fornecer orientações sobre tratamentos mais adequados quando houver necessidade.

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