Arquivos psiquiatra - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psiquiatra/ Clínica popular em Juiz de Fora Tue, 10 May 2022 14:35:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos psiquiatra - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psiquiatra/ 32 32 5 dicas para controlar a ansiedade https://policonsultas.com.br/5-dicas-para-controlar-a-ansiedade/ https://policonsultas.com.br/5-dicas-para-controlar-a-ansiedade/#respond Tue, 10 May 2022 14:35:47 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=6360 A ansiedade é um distúrbio que afeta cada dia mais pessoas. A correria do dia a dia, a pressão no ambiente de trabalho e até as relações pessoais das pessoas são fatores que podem contribuir com o aumento no quadro de ansiedade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, durante a pandemia causada pela ... Ler mais...

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A ansiedade é um distúrbio que afeta cada dia mais pessoas. A correria do dia a dia, a pressão no ambiente de trabalho e até as relações pessoais das pessoas são fatores que podem contribuir com o aumento no quadro de ansiedade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, durante a pandemia causada pela Covid-19, o número de pessoas com quadros de ansiedade aumentaram cerca de 25%, um valor considerável. 

É importante lembrar que nem sempre uma pessoa ansiosa vai demonstrar sinais claros do distúrbio. Ou seja, não existe um comportamento padrão para aquelas pessoas que sofrem com a ansiedade. Algumas podem apresentar sintomas físicos como taquicardia, respiração acelerada, suor intenso, falta de ar, entre outros. Por outro lado, outras pessoas podem não apresentar sintomas físicos mas apenas grande intensidade de emoções, pensamentos catastróficos, sentimento de que tudo vai dar errado, entre outras distorções.

Por isso, quando uma pessoa tem ansiedade, não é legal tentar decifrar seus sintomas ou julgar se aquilo realmente é considerado o distúrbio ansioso. Afinal, somente quem passa pela situação, com a ajuda de um psicólogo e psiquiatra, é capaz de entender o que é a ansiedade. 

Pensando em todos esses aspectos, a Policonsultas separou algumas dicas para ajudar a controlar a ansiedade no dia a dia ou em algum momento de crise. Confira algumas dicas de como controlar e aliviar a ansiedade:

Tenha uma boa noite de sono

Dormir bem é essencial para manter uma boa saúde mental e física. Isso porque quando dormimos, nosso cérebro consegue absorver tudo aquilo que passamos durante o dia e restaurar suas funções. Ou seja, nosso sono é o momento que nosso cérebro tem para descansar também!

Além disso, uma boa noite de sono é importante para que o dia seguinte seja produtivo e bem menos estressante. Confira algumas dicas para dormir melhor:

Evitar dormir durante o dia e ter horário fixo para dormir à noite.

Estabelecer uma rotina para o sono é uma ótima forma de acostumar o seu corpo a dormir na hora adequada e ter uma boa noite de sono.

Não usar eletrônicos ou assistir televisão antes de dormir.

Este uso faz com que nosso cérebro seja ativado e, com isso, cria dificuldade para relaxar e conseguir pegar no sono. Essa também é uma medida importante para diminuir a ansiedade.

Evitar comidas e bebidas com cafeína à noite.

Estes alimentos deixam nosso corpo mais alerta e com mais energia, dificultando o sono. 

Não consumir bebidas alcoólicas à noite. 

Assim como a cafeína, o álcool provoca uma onda de energia e agitação em nosso corpo. Ou seja, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o álcool não ajuda a dormir mais rápido.

Consumir alimentos leves no jantar.

Alimentos pesados e ricos em proteína, quando consumidos em excesso à noite, podem atrapalhar o sono. Por isso, opte por alimentos mais leves ou pequenos lanches.

Praticar atividades relaxantes durante a noite.

Tomar banhos mornos, fazer uma leitura, pintar e ou ter uma rotina de skin care são ótimas atividades para estimular o sono e relaxar o corpo.

Não insistir com o sono

Se não conseguir dormir quando deitar, não adianta insistir por muito tempo, isso só gera estresse. Assim, quando não estiver com sono é interessante levantar e praticar atividades leves e relaxantes como ler um livro até a chegada do sono.

Pratique atividade físicas

As atividades físicas são responsáveis por liberar hormônios e substâncias responsáveis pela felicidade e pelo bom-humor. Por isso, essa prática é muito importante para ajudar a controlar a ansiedade, estresse e até mesmo a depressão. Assim, escolha sempre atividades que você já gosta, por exemplo: dança, musculação, esportes coletivos, corridas e caminhadas, entre outras. 

Além dessas atividades, a prática de yoga e meditação pode ser grande aliada para o controle da ansiedade, pois seu intuito é o foco no presente, diminuindo emoções turbulentas como a de catastrofização do futuro. 

Tenha uma alimentação saudável

Ter uma alimentação rica em nutrientes e vitaminas é importante em diversos aspectos de nossa vida. Afinal, nosso corpo é nossa casa e precisamos cuidar bem dele para que tudo funcione do jeito correto. Com relação à saúde mental, a alimentação é responsável pela produção de hormônios do bem, ou seja, hormônios que fazem nosso nível de felicidade aumentar e o nível de estresse diminuir. Por isso, é importante buscar um nutricionista para que ele monte a dieta ideal para o seu caso.

Procure ajuda

Quando os sintomas da ansiedade estão intensos e você percebeu que essa situação tem atrapalhado sua vida, é importante buscar a ajuda de um psicólogo e um psiquiatra. Os dois vão agir em conjunto, garantindo um tratamento ideal para cada caso. É importante lembrar que nem sempre o psiquiatra vai receitar remédios para a ansiedade, ou seja, a ideia de que o psiquiatra somente receita remédios não é verdadeira. 

No entanto, existem casos em que os remédios são essenciais para garantir um bom tratamento e resultados favoráveis para o paciente.

A psicóloga da Policonsultas, Cinthia Condé, explica que todos devem procurar a terapia, mesmo que não esteja triste ou com depressão. “Precisamos desmistificar que a psicoterapia só é preciso quando há um sofrimento para o indivíduo. Conhecer nossas emoções e suas  funcionalidades é extremamente necessário para que possamos nos compreender melhor e consequentemente compreender melhor as nossas relações.” Cinthia acrescenta que somente dessa forma é possível passar pelo processo de autoconhecimento. “Isso porque  nenhuma escola prepara para tal, ela prepara para um vestibular ou um mercado de trabalho somente. Isso quer dizer que a nossa sociedade do ocidente não estimula o autoconhecimento, o olhar interno.” Entenda como é realizado o trabalho do psicólogo.

Tenha uma rede de apoio

Além de realizar terapia com um psicólogo, é importante ter uma rede de apoio com amigos e familiares para conversar sobre o que você está sentindo. Afinal, é importante se sentir acolhido por pessoas queridas que fazem parte de nossa vida.

No entanto, é importante lembrar que essas pessoas estão ali somente para desabafos, ou seja, não possuem a qualificação correta para dar opiniões sobre maneiras de enfrentar a ansiedade. Por isso, nunca substitua o seu psicólogo e psiquiatra por amigos e familiares.

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A Policonsultas conta com médicos preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica. Conheça nosso corpo clínico aqui!

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Tudo sobre a consulta com o psiquiatra https://policonsultas.com.br/psiquiatra/ https://policonsultas.com.br/psiquiatra/#respond Mon, 12 Oct 2020 20:19:37 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3977 Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psiquiatra. Além disso, vai ver os principais transtornos mentais e seus tratamentos. Veja por categoria: O que faz o psiquiatra? Quando procurar o psiquiatra? O que acontece na consulta com o psiquiatra? Transtornos mentais comuns. Tratamentos para os transtornos ... Ler mais...

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Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psiquiatra. Além disso, vai ver os principais transtornos mentais e seus tratamentos. Veja por categoria:

  • O que faz o psiquiatra?
  • Quando procurar o psiquiatra?
  • O que acontece na consulta com o psiquiatra?
  • Transtornos mentais comuns.
  • Tratamentos para os transtornos mentais.
  • Psiquiatra X Psicólogo.
  • Verdade ou mito.

O que faz o psiquiatra?

O psiquiatra é o médico que estuda e trata os transtornos mentais e de comportamento. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, existem tipos de psiquiatras. São eles: 

  • Especialistas em crianças e adolescentes;
  • Especialistas em idosos;
  • Psiquiatras que realizam laudos para a justiça;

A principal função do psiquiatra é diagnosticar o problema de seus pacientes e promover o bem-estar deles através do tratamento. Para que isso ocorra, o médico receita medicamentos e auxilia na melhora da saúde mental.

Por muito tempo a psiquiatria foi alvo de preconceito. Isto é, muitas pessoas consideravam que esta cuidava de loucos. Eventualmente, a população passou a entender a sua importância. No entanto, esse preconceito ainda existe por parte de muitos.

Quando procurar o psiquiatra?

Em primeiro lugar é importante entender que o psiquiatra é o médico que trata do cérebro e da saúde mental. Dessa forma, deve ser procurado quando existe algum sintoma que indique algo errado. Assim como existem sinais no olho que demandam um oftalmologista, o mesmo ocorre com o psiquiatra. Por isso, deve-se estar atento a algumas situações. Entre elas:

Mudanças de humor frequentes

É comum sentirmos várias emoções ao longo do dia. No entanto, se essas emoções são intensas ou difíceis de controlar, é preciso tomar cuidado. Por exemplo: irritar facilmente com qualquer coisa, intolerância o tempo inteiro, entre outros. Por isso, caso a pessoa perceba que suas mudanças de humor estão afetando seu dia, deve procurar o psiquiatra.

Dificuldade para dormir

Vez ou outra, é normal ter uma noite de insônia, principalmente em dia de estresse. Entretanto, se for algo frequente e começar a prejudicar as atividades diárias, é importante marcar a consulta. Alguns transtornos, como a ansiedade, estão ligados ao sono. Por isso, a dificuldade para dormir deve ser investigada.

Dificuldade em se livrar de um vício

Se a pessoa decide deixar de lado alguma prática ruim e não consegue, é preciso ir ao médico. Afinal, muitos vícios são como um escape para um transtorno mental. Por exemplo: álcool e drogas.

Alteração no apetite

Assim como em um vício, a perda ou aumento de apetite pode estar ligada a um transtorno. Por isso, se a pessoa nota essa alteração, deve procurar o médico.

É importante que as pessoas estejam atentas a estes sintomas e coisas que as faça sentir mal. O psiquiatra ajuda seus pacientes a descobrir se o que eles sentem pode ser um transtorno. Dessa forma, vai iniciar o tratamento ou encaminhá-los a outro profissional, se for o caso.

O que acontece na consulta com o psiquiatra?

Na primeira consulta, o psiquiatra pergunta ao paciente o que o levou até ali. Além disso, pede informações sobre ele e seus hábitos. Por exemplo: histórico de transtornos mentais na família, trabalho e relacionamentos. Esses detalhes são importantes para que o médico entenda o paciente. Por isso é importante nunca mentir. 

Após o primeiro contato, o médico realiza o exame psíquico. Este exame é feito a partir de técnicas específicas. Assim, o psiquiatra consegue detectar a presença ou não de um transtorno mental.

Algumas doenças que são tratadas pelo psiquiatra podem ser identificadas pelo exame físico. Por exemplo: alzheimer, AVC e epilepsia. Por isso, também é comum que o médico solicite exames como o ultrassom e a tomografia.

Transtornos mentais comuns

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, os transtornos mais comuns são:

  • Transtornos do humor- Depressão e bipolaridade são os mais comuns. Entenda mais sobre a depressão.
  • Transtornos de ansiedade- Entre os principais: síndrome do pânico, TOC e ansiedade.
  • Transtornos de alimentação- A pessoa encontra dificuldade de se alimentar. Ou seja, para de comer ou come demais.
  • Déficit de Atenção- Geralmente diagnosticado na infância. 
  • Esquizofrenia- Episódios contínuos ou recorrentes de psicose
  • Autismo- Compromete a interação social.

Para saber mais sobre esses transtornos, assista o vídeo a seguir:

Tratamento para transtornos mentais

Quando há um transtorno mental, é necessário iniciar o tratamento. Assim, existem três formas:

  • Psicoterapia – Não há o uso de medicamentos.
  • Remédios- Uso de medicamentos, indicados pelo psiquiatra. 
  • Tratamento combinado- É uma junção entre os dois primeiros. 

É importante lembrar que o psiquiatra vai indicar o método mais adequado para cada caso. Ainda assim, a escolha final será do paciente.

Psiquiatra X Psicólogo

Quando o assunto é saúde mental, muitas pessoas confundem o psiquiatra com o psicólogo. Por isso, é importante estabelecer suas diferenças.

                                      PSIQUIATRA

  • Formação em medicina.
  • Através do exame psíquico consegue diagnosticar transtornos mentais.
  • Prescreve medicamentos para o tratamento e pode indicar auxílio psicológico.

                                               PSICÓLOGO

  • Formação em psicologia 
  • Através de técnicas aplicadas na conversa, identifica transtornos mentais.
  • Realiza o tratamento através de técnicas mentais. Além disso, pode indicar a procura pelo psiquiatra.

Cada um deles possui importância para o tratamento dos transtornos mentais. Por isso, muitas vezes o psiquiatra indica o tratamento combinado. Assim, o paciente vai analisar e escolher entre os tratamentos.

Verdade ou Mito?

A Policonsultas esclarece algumas dúvidas sobre o psiquiatra e os transtornos mentais.

Ter um transtorno mental é sinal de fraqueza. MITO

O transtorno mental não está relacionado com fraqueza. No entanto, existem fatores que podem influenciar em seu aparecimento. Como exemplo: genética, alteração de ambiente, situações de estresse e alteração química no cérebro.

Depressão e tristeza são a mesma coisa. MITO

Todo mundo sente tristeza. No entanto, a depressão é uma síndrome que engloba vários sintomas. Além disso, prejudica as atividades diárias da pessoa.

Abusar de álcool e drogas pode causar transtornos mentais. VERDADE

Depende da frequência e genética da pessoa. Assim, pode levar a transtornos como depressão e esquizofrenia. 

Medicamentos para transtorno mental viciam. MITO

Atualmente existem medicamentos que não viciam e não deixam a pessoa “dopada”.

Precisa de um psiquiatra? A Policonsultas tem uma equipe de profissionais preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica.

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Compulsão Alimentar: Saiba mais sobre esse transtorno https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/ https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/#respond Wed, 11 Sep 2019 20:31:24 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2876 Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio ... Ler mais...

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Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio de forma recorrente podemos estar diante de episódios de compulsão alimentar.

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) se caracteriza por uma ingestão exagerada e não-controlada de alimentos em um espaço de tempo reduzido. Considerado um distúrbio que merece atenção, a compulsão alimentar pode estar associada à questões emocionais, além de comprometer a saúde física do indivíduo.

Nesse post vamos ajudar você a entender um pouco mais sobre esse distúrbio, como funciona seu diagnóstico e a melhor forma de tratamento.

Sobre o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica levou alguns anos para ganhar relevância e atenção da comunidade médica e científica. Descrito em 1950, apenas em 1994 foi considerado um distúrbio e incluído no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Sua principal característica consiste em episódios em que a pessoa ingere uma quantidade de alimentos muito maior do que o necessário para a sua carência nutricional em um curto espaço de tempo (cerca de 2 horas). Para além de uma circunstância eventual, esses casos são recorrentes e acompanhados de uma sensação de falta de controle, seguido de arrependimento pelo ocorrido. Outra característica a ser ressaltada é que a tendência é por consumo de alimentos mais calóricos, porque eles são mais palatáveis. Entretanto, alimentos ricos em gordura e açúcar vão propiciar maior ganho de peso.

A nutricionista Letícia Rezende complementa que o diagnóstico geralmente ocorre apenas quando o paciente procura o especialista para tratar do sobrepeso ou obesidade.

“Não existe um sintoma específico desse transtorno. O paciente que procura um nutricionista para acompanhamento, geralmente, se enquadra no quadro de consequências da compulsão alimentar. Ou seja, os pacientes que procuram ajuda já estão em estágio de obesidade ou sentindo dificuldade de emagrecer. No entanto, é no próprio consultório que descobrimos a necessidade de trabalhar com outros profissionais, principalmente psicólogos, a fim de identificar os gatilhos que geram a compulsão alimentar”, comenta a nutricionista que atende na Policonsultas.

 Causas e consequências do TCAP

             Em síntese, dentre as principais causas do desenvolvimento do transtorno de compulsão alimentar destaca-se o fator genético, o ambiente e o contexto em que essas pessoas são expostas. Quando há casos na família é mais comum que tal doença ocorra em determinadas situações de estresse e sofrimento, surgindo principalmente durante a adolescência ou no início da fase adulta. Entretanto, os problemas emocionais são os principais condutores desse transtorno, podendo ser uma característica disparadora dos episódios em qualquer indivíduo. Problemas de relacionamentos (amorosos, familiares ou sociais), grandes situações de estresse, restrições alimentares (dietas rígidas), doenças psicológicas (como depressão e ansiedade) são destacados, uma vez que a compulsão alimentar alivia temporariamente a tensão causada por essas situações. O problema é que tal sensação de atenuação de uma carga emocional tem curta duração, e a longo prazo a saúde física e mental ficará comprometida.

Como consequências podemos citar o aumento do risco de obesidade e, com isso, prejuízos funcionais a todo o corpo. Eleva-se o risco de hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras doenças. Deste modo, é importante destacar que a qualidade de vida do indivíduo fica comprometida, causando maior sofrimento, problemas no desempenho de papéis sociais, insatisfação com a vida e com a saúde, ou mesmo risco de desenvolver transtornos psiquiátricos.

 

Como tratar?

Letícia Rezende pontua que a Compulsão Alimentar, apesar de desafiadora, pode ser tratada. Entretanto, os resultados dependem de uma mudança de hábitos que deve ser levada para a vida.

“São muitos fatores que envolvem o Transtorno de Compulsão Alimentar, mas no campo de nutrição, respeitando a individualidade de cada paciente, podemos criar estratégias de reeducação alimentar. No entanto, este é um processo longo e contínuo, uma vez que as sugestões de mudanças na rotina ou no cardápio são negociações feitas aos poucos e que precisam ser cumpridas pelo paciente”.

Na Policonsultas você encontra as especialidades indicadas para um tratamento adequado. Conheça nosso corpo clínico  e não deixe de cuidar da sua saúde!

Sobre a especialista:

Letícia Rezende é nutricionista graduada na Universidade Federal de Juiz de Fora, atua em nutrição clínica e faz parte do corpo clínico da Policonsultas.

 

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Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio/ https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio/#respond Wed, 04 Sep 2019 19:19:48 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2788 Em ação desde 2014, o Setembro Amarelo é uma campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio, idealizada pela CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Acompanhando atividades do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que ocorre em 10 de setembro, a idéia ... Ler mais...

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Em ação desde 2014, o Setembro Amarelo é uma campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio, idealizada pela CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Acompanhando atividades do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que ocorre em 10 de setembro, a idéia é proporcionar mais visibilidade ao assunto a partir do uso da cor amarelo nas mais diversas interfaces. A partir dessas ações é possível refletir sobre a preservação da vida, além de quebrar a barreira do estigma sobre as doenças psicológicas.

Dados alarmantes

De acordo com a pesquisa apresentada pela Organização Mundial da Saúde(OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Esta é considerada uma das principais causas de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. No entanto, mais de 90% desses casos estão associados a distúrbios mentais, com destaque a depressão, e, portanto, poderiam ser evitados com auxílio psicológico adequado.

Estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram de depressão em todo o mundo, uma doença psiquiátrica que causa flutuações intensas e recorrentes de humor e sentimento de desesperança. Quando não assistida por um profissional, a doença pode causar à pessoa afetada um grande prolongamento de sofrimento, desmotivação e sentimento de tristeza constante. Assim, percebe-se influencias nas atividades cotidianas, no trabalho, na escola ou no meio familiar, e que pode aumentar a intenção de suicídio.

 

 

Como é possível reduzir o número de casos de suicídio?

A psicóloga Laura Carneiro pontua que a conscientização é o primeiro passo para reduzir o número de casos de suicídio. Além disso, ouvir e não julgar os sentimentos ou sofrimento do outro também são pontos importantes para que a pessoa se sinta benquista.

“Vale ressaltar que a busca por ajuda profissional se torna essencial para que a pessoa que se encontra em sofrimento mental possa encontrar acolhimento e suporte. Ao compartilhar suas questões com alguém que tenha um preparo técnico para lidar com a situação, é possível conduzir à construção de outras estratégias que aliviem sua dor para além dos pensamentos suicidas, experiência comum de ser vivida por quem se encontra em sofrimento psíquico. O sentimento de tristeza e pensamentos sobre a morte fazem parte da nossa condição humana. No entanto, quando esses pensamentos se instalam de forma duradoura e prejudicam o cotidiano da pessoa como trabalho, relações ou estudos, o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico são ferramentas a serem utilizadas como formas de cuidado e de prevenção à atitudes mais drásticas, como a tentativa de suicídio”, continua a especialista que atende na Clínica Policonsultas.

Quer ajudar, mas não sabe como? Fale sobre o assunto, ofereça apoio e auxilie pessoas a procurarem ajuda junto de um psicólogo.

Está procurando ajuda? A Policonsultas conta com uma equipe de profissionais de psicologia e psiquiatria que atendem a preços acessíveis na cidade de Juiz de Fora.

A prevenção do suicídio deve acontecer durante o ano todo.

Apoie essa causa!

 

Sobre a especialista: 

Laura Carneiro é psicóloga formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz e parte do corpo clínico da Policonsultas.

 

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