Arquivos Psicologia - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psicologia/ Clínica popular em Juiz de Fora Fri, 16 Sep 2022 17:40:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos Psicologia - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psicologia/ 32 32 Setembro amarelo: mês de prevenção ao suicídio https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-4/ https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-4/#respond Thu, 15 Sep 2022 17:30:31 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=6851 O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Além disso, o setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e tem como objetivo dar maior visibilidade às doenças mentais e as causas do suicídio. ... Ler mais...

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O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Além disso, o setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e tem como objetivo dar maior visibilidade às doenças mentais e as causas do suicídio. Por isso, durante o mês de setembro, é usada a cor amarela em diversos lugares para gerar debates e momentos de reflexão sobre este tão delicado tema: o suicídio. 

De acordo com os dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Dentre essas pessoas, mais de 90% sofre de distúrbios mentais, com destaque à depressão, doença que possui tratamento por meio de auxílio psicológico e psiquiátrico. Assim, além da depressão, outros distúrbios que podem levar uma pessoa ao suicídio são: bipolaridade, esquizofrenia, ansiedade e o transtorno de personalidade. Entenda melhor a campanha do setembro amarelo:

O que é a depressão?

A depressão é um transtorno mental cuja principal marca é a perda de interesse em atividades que antes davam prazer à pessoa. Além disso, outros sintomas comuns são: sentimento de tristeza e receio, desânimo e tristeza intensa. De acordo com o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco que podem ajudar na evolução da depressão, entre eles:

  • Histórico familiar;
  • Outros transtornos psiquiátricos;
  • Estresse crônico;
  • Ansiedade crônica;
  • Disfunções hormonais;
  • Dependência de álcool e drogas ilícitas;
  • Traumas psicológicos;
  • Doenças pré-existentes.

Quando uma pessoa reconhece os sintomas que podem indicar a existência de um quadro depressivo, deve procurar um psiquiatra e psicólogo para iniciar o tratamento da doença o mais rápido possível com remédios e terapia. Dessa forma, é possível evitar quadros mais graves e perigosos para a saúde e bem-estar do paciente. Em princípio, o psicólogo ajuda o paciente a criar estratégias de combate às questões emocionais enquanto o psiquiatra indica remédios que vão reduzir os sintomas da depressão. Saiba tudo sobre a consulta com o psicólogo. Desse modo, o psiquiatra vai escolher o melhor tratamento para seu paciente levando em conta diversos fatores, como: 

  • Subtipo da depressão apresentada pelo paciente;
  • Histórico familiar;  
  • Resposta a outros remédios já utilizados.

O tratamento com remédios deve estar aliado à terapia para dar uma maior segurança ao paciente. Por se tratar de uma doença psiquiátrica, a depressão muda a qualidade de vida emocional e física do paciente que a enfrenta, sendo que a mais grave consequência é o suicídio. Ou seja, ele costuma ocorrer quando a pessoa pensa que esta é a única forma de se livrar da tristeza que sente. Saiba tudo sobre a consulta com o psiquiatra.

Suicídio dá sinais

É importante saber que quando uma pessoa pensa em tirar a própria vida, ela emite alguns sinais, que podem passar despercebidos por muitas pessoas. Além disso, qualquer pessoa pode ter depressão e querer cometer suicídio, ou seja, não existe pessoas certas para isso. Por isso, é muito importante que todos saibam os principais sinais dessa doença.

Assim, estes sinais podem ser:

  • Falta de vontade de estar com outras pessoas ou de fazer coisas que antes gostava e fazia sempre;
  • Alteração repentina do comportamento;
  • Tratar de assuntos pendentes, despedir-se de pessoas ou fazer um testamento;
  • Mostrar muita calma com assuntos que antes traziam grande tristeza;
  • Comer ou dormir muito pouco;
  • Fazer ameaças de suicídio;
  • Usar drogas ou álcool com maior frequência e em excesso; 
  • Fazer coisas muito arriscadas (por exemplo, dirigir em alta velocidade).

Como prevenir o suicídio

A melhor forma de prevenção ao suicídio é a conversa e o conhecimento. Ou seja, falar sobre o assunto, dar apoio e auxiliar pessoas a procurar ajuda é um grande passo nessa luta. Dessa maneira, é possível acolher uma pessoa que esteja passando por esta situação. Além disso, um dos pontos do setembro amarelo é a defesa do “falar é prevenir”. Assim, quando uma pessoa percebe os sinais de que alguém possa estar pensando em suicídio, uma saída é mostrar que há outro meio. Por isso, deve incentivar a procura do psiquiatra e do psicólogo. 

Quando procurar o psicólogo?

De uma forma geral, é interessante que todas as pessoas façam terapia com o psicólogo para se conhecer melhor e, assim, ter uma vida mais saudável. No entanto, existem alguns sinais que mostram a necessidade mais imediata de começar um tratamento através da terapia. Estes sinais podem ser:

Mudanças de humor frequentes

É comum sentirmos várias emoções ao longo do dia. No entanto, se essas emoções são intensas ou difíceis de controlar, é preciso tomar cuidado. Por exemplo: se irritar facilmente com qualquer coisa, ser intolerante o tempo inteiro, entre outros. Por isso, caso a pessoa perceba que suas mudanças de humor estão afetando seu dia, deve procurar o psicólogo.

Dificuldade para dormir

Vez ou outra, é normal ter uma noite de insônia, principalmente em um dia de estresse. Entretanto, se for algo frequente e começar a prejudicar as atividades diárias, é importante marcar uma consulta com o psicólogo. Alguns transtornos mentais, como a ansiedade, costumam estar ligados a distúrbios do sono. Por isso, a dificuldade para dormir merece ser investigada.

Dificuldade em se livrar de um vício

Quando uma pessoa decide deixar de lado alguma prática ruim e não consegue, é preciso buscar ajuda. Afinal, muitos vícios funcionam como um remédio para um transtorno, como a depressão. Assim, a fim de deixar de lado o sofrimento ou angústia que a pessoa possui, encontram em substâncias a cura. Por exemplo: álcool, drogas e cigarros.

Alterações no apetite

Assim como em um vício, a perda ou aumento de apetite pode estar ligada a um transtorno. Por exemplo: comer demais pode indicar uma impulsão alimentar, ansiedade e até mesmo a depressão. Muitas pessoas também param de comer ao início de um quadro anoréxico, o que deve ser tratado com a terapia. Por isso, se a pessoa nota essa alteração, é importante procurar o psicólogo

É importante nunca ignorar um sintoma. Ao buscar o atendimento, é possível desde o início encontrar uma doença e tratá-la de forma rápida. Dessa maneira, evita-se que o problema se agrave e comprometa a saúde.

Como manter uma boa saúde mental

Existem algumas atitudes que podem ajudar na saúde mental. Assim, essas medidas são:

Pratique exercícios físicos

A prática de exercícios físicos contribui para o aumento da produção de endorfinas, substância natural produzida pelo cérebro que regula as emoções. Esta substância é responsável por reduzir o estresse e a ansiedade, além de diminuir as chances de a pessoa desenvolver um quadro depressivo.

Tenha uma alimentação equilibrada

Ter uma dieta equilibrada, composta por frutas, verduras, legumes, carnes magras e carboidratos complexos é muito importante para a saúde mental. Afinal, ela está relacionada com a saúde física. Assim, é importante evitar certos tipos de alimentos que podem gerar indisposição e cansaço. Por exemplo: gorduras, frituras e bebidas alcoólicas em excesso.

Mantenha relacionamentos saudáveis

Para manter uma boa saúde mental, é importante identificar e excluir relacionamentos tóxicos. Afinal, alguns desses relacionamentos podem desencadear uma série de transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Assim, caso identifique este tipo de relacionamento e tenha dificuldade de apagá-lo, é importante buscar ajuda. 

Faça terapia

A terapia com o psicólogo é uma grande aliada para o autoconhecimento e uma boa saúde mental. Assim, é muito importante separar um tempo para a terapia. Afinal, através dela o paciente consegue conhecer razões de determinados pensamentos ou atitudes. Além disso, a terapia previne e trata um dos transtornos mentais mais comuns: a depressão.

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Apesar do nome setembro amarelo a prevenção ao suicídio deve durar o ano todo! Precisa marcar uma consulta com um psiquiatra ou psicólogo? A Policonsultas tem uma equipe preparada para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica. Assim, conheça nosso corpo clínico aqui!

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Tudo sobre a consulta com o psicólogo https://policonsultas.com.br/psicologo/ https://policonsultas.com.br/psicologo/#respond Tue, 02 Feb 2021 15:51:42 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=5016 Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psicólogo. Além disso, vai ver as principais doenças e os tratamentos nesta área. Navegue por categoria: O que faz o psicólogo? Quando procurar o psicólogo? O que acontece na consulta com o psicólogo? Principais doenças. Psiquiatra X Psicólogo. O ... Ler mais...

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Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psicólogo. Além disso, vai ver as principais doenças e os tratamentos nesta área. Navegue por categoria:

O que faz o psicólogo?

O psicólogo é responsável por estudar e analisar o comportamento e os processos mentais de pessoas e grupos. Assim, pode trabalhar com os pacientes através da terapia ou até mesmo auxiliar empresas e ambientes de trabalho. Por exemplo: trabalhar em processos seletivos de vagas de emprego e auxiliar a manter um ambiente de trabalho saudável.

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Dentre essas pessoas, mais de 90% sofre de distúrbios mentais, com destaque à depressão, doença que possui tratamento por meio de auxílio psicológico e psiquiátrico. Além da depressão, outros distúrbios que podem levar uma pessoa ao suicídio são: bipolaridade, esquizofrenia, ansiedade e o transtorno de personalidade. Por isso, é muito importante todas as pessoas terem acesso à terapia com um psicólogo para tratar possíveis doenças.

Quando procurar o psicólogo?

De uma forma geral, é interessante que todas as pessoas façam terapia com o psicólogo para se conhecer melhor e, assim, ter uma vida mais saudável. No entanto, existem alguns sinais que mostram a necessidade mais imediata de começar um tratamento através da terapia. Estes sinais podem ser:

Mudanças de humor frequentes

É comum sentirmos várias emoções ao longo do dia. No entanto, se essas emoções são intensas ou difíceis de controlar, é preciso tomar cuidado. Por exemplo: se irritar facilmente com qualquer coisa, ser intolerante o tempo inteiro, entre outros. Por isso, caso a pessoa perceba que suas mudanças de humor estão afetando seu dia, deve procurar o psicólogo.

Dificuldade para dormir

Vez ou outra, é normal ter uma noite de insônia, principalmente em um dia de estresse. Entretanto, se for algo frequente e começar a prejudicar as atividades diárias, é importante marcar uma consulta com o psicólogo. Alguns transtornos mentais, como a ansiedade, costumam estar ligados a distúrbios do sono. Por isso, a dificuldade para dormir merece ser investigada.

Dificuldade em se livrar de um vício

Quando uma pessoa decide deixar de lado alguma prática ruim e não consegue, é preciso buscar ajuda. Afinal, muitos vícios funcionam como um remédio para um transtorno, como a depressão. Assim, a fim de deixar de lado o sofrimento ou angústia que a pessoa possui, encontram em substâncias a cura. Por exemplo: álcool, drogas e cigarros.

Alterações no apetite

Assim como em um vício, a perda ou aumento de apetite pode estar ligada a um transtorno. Por exemplo: comer demais pode indicar uma impulsão alimentar, ansiedade e até mesmo a depressão. Muitas pessoas também param de comer ao início de um quadro anoréxico, o que deve ser tratado com a terapia. Por isso, se a pessoa nota essa alteração, é importante procurar o psicólogo

É importante nunca ignorar um sintoma. Ao buscar o atendimento, é possível desde o início encontrar uma doença e tratá-la de forma rápida. Dessa maneira, evita-se que o problema se agrave e comprometa a saúde.

O que acontece na consulta com o psicólogo?

Quando o paciente procura o psicólogo para iniciar a terapia, algumas perguntas são feitas. Por exemplo: motivos para a procura, como é a vida do paciente, atividades de lazer, sintomas aparentes, entre outras. Dessa forma, o psicólogo vai indicar o melhor tipo de terapia para cada caso. Afinal, existem muitas vertentes dentro da psicologia e cada uma delas é adequada para cada tipo de problema que o paciente apresenta. 

Depois que a escolha foi feita, o psicólogo vai iniciar a terapia com o paciente, traçando planos de estratégia para que, juntos, consigam atingir o resultado. No entanto, pode acontecer de o psicólogo indicar a procura de outro colega da profissão, caso não realize o tipo de terapia que é indicado para o paciente. Além disso, em alguns casos, como o da depressão, o tratamento com o psicólogo pode ter mais eficácia se for feito em conjunto com o tratamento psiquiátrico. Saiba tudo sobre a consulta com o psiquiatra.

Principais doenças

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, os transtornos psicológicos mais comuns são:

  • Transtornos do humor– Depressão, distimia e bipolaridade são os mais comuns. Uma das mais graves consequências da depressão é o suicídio. Ele costuma ocorrer quando a pessoa pensa que esta é a única forma de se livrar da tristeza que sente. Ou seja, não vê outros meios. Entenda mais sobre a depressão.
  • Transtornos de ansiedade– Entre os principais: síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade generalizada e fobia social.
  • Transtornos de alimentação– A pessoa encontra dificuldade de se alimentar. A pessoa para de comer ou come em excesso.
  • Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade– Pode ser diagnosticado na infância. Como resultado, prejudica as atividades escolares.
  • Esquizofrenia– Episódios contínuos ou recorrentes de psicose
  • Autismo– Compromete a interação social e a comunicação.

Para saber mais sobre a ansiedade, assista o vídeo a seguir.

Psiquiatra X Psicólogo

Quando o assunto é saúde mental, muitas pessoas confundem a psiquiatria com a psicologia. Por isso, é importante estabelecer as diferenças entre eles.

PSIQUIATRAPSICÓLOGO
  • Formação em medicina.
  • Através do exame psíquico consegue diagnosticar transtornos.
  • Prescreve remédios para o tratamento e pode indicar auxílio psicológico.
  • Formação em psicologia 
  • Através de técnicas aplicadas na conversa, consegue identificar problemas psicológicos e transtornos.
  • Realiza o tratamento através de técnicas de enfrentamentos. Além disso, pode indicar a procura do psiquiatra.

Cada um dos dois possui grande importância para o tratamento de vários transtornos e doenças. Por isso, muitas vezes o psicólogo vai indicar o tratamento combinado. Assim, o paciente pode analisar as opções e escolher entre os tipos de tratamento disponíveis.

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Janeiro Branco: mês de valorização da saúde mental https://policonsultas.com.br/janeiro-branco-mes-de-valorizacao-da-saude-mental/ https://policonsultas.com.br/janeiro-branco-mes-de-valorizacao-da-saude-mental/#respond Thu, 14 Jan 2021 00:48:33 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=4870 Neste post você vai entender o que é e para quê serve o Janeiro Branco. Navegue por categoria: O que é o Janeiro Branco? O que é saúde mental? Como manter uma boa saúde mental? O que é a depressão? A pandemia e a saúde mental. O que é o Janeiro Branco? A campanha do ... Ler mais...

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Neste post você vai entender o que é e para quê serve o Janeiro Branco. Navegue por categoria:

O que é o Janeiro Branco?

A campanha do janeiro branco foi criada em 2014 com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para as questões relacionadas à saúde mental e emocional. Assim, o mês de janeiro foi escolhido pois o início do ano é a época que as pessoas mais pensam em suas vidas e o sentido de viver. Por isso, durante o primeiro mês do ano são realizadas palestras, rodas de conversas e outras campanhas de conscientização sobre a saúde mental. 

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Dentre essas pessoas, mais de 90% sofre de distúrbios mentais, com destaque à depressão, doença que possui tratamento através de auxílio psicológico e psiquiátrico. Além da depressão, outros transtornos mentais que podem levar uma pessoa ao suicídio são: bipolaridade, esquizofrenia, ansiedade e o transtorno de personalidade. Por isso, é muito importante que todos entendam a importância de cuidar da saúde mental.

O que é saúde mental?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental é o estado de bem-estar no qual uma pessoa é capaz de apreciar a vida. Assim, esse estado leva as pessoas a trabalharem e contribuírem para o meio em que vivem,  administrando suas próprias emoções. Assim, uma pessoa com saúde mental é capaz de lidar com diversos tipos de emoções: as boas e as ruins. 

A saúde mental possui grande importância pessoal para todos. Ou seja, ter uma mente saudável ajuda em vários aspectos da vida, tanto os profissionais como os pessoais. Por isso, a consulta com profissionais como o psicólogo e o psiquiatra tem grande importância e pode contribuir com a melhora na qualidade de vida. Além disso, através da consulta é possível encontrar a causa de qualquer desconforto ou incômodo. Assim, é importante separar um tempo para estas consultas. Afinal, quanto antes um problema é detectado, mais rápido é o seu tratamento.

Como manter uma boa saúde mental

Existem algumas atitudes que podem ajudar na saúde mental. Assim, essas medidas são:

Pratique exercícios físicos

A prática de exercícios físicos contribui para o aumento da produção de endorfinas, substância natural produzida pelo cérebro que regula as emoções. Esta substância é responsável por reduzir o estresse e a ansiedade, além de diminuir as chances de a pessoa desenvolver um quadro depressivo.

Tenha uma alimentação equilibrada

Ter uma dieta equilibrada, composta por frutas, verduras, legumes, carnes magras e carboidratos complexos é muito importante para a saúde mental. Afinal, ela está relacionada com a saúde física. Assim, é importante evitar certos tipos de alimentos que podem gerar indisposição e cansaço. Por exemplo: gorduras, frituras e bebidas alcoólicas em excesso.

Mantenha relacionamentos saudáveis

Para manter uma boa saúde mental, é importante identificar e excluir relacionamentos tóxicos. Afinal, alguns desses relacionamentos podem desencadear uma série de transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Assim, caso identifique este tipo de relacionamento e tenha dificuldade de apagá-lo, é importante buscar ajuda. 

Faça terapia

A terapia com o psicólogo é uma grande aliada para o autoconhecimento e uma boa saúde mental. Assim, é muito importante separar um tempo para a terapia. Afinal, através dela o paciente consegue conhecer razões de determinados pensamentos ou atitudes. Além disso, a terapia previne e trata um dos transtornos mentais mais comuns: a depressão.

Saladas são grandes aliadas para uma boa saúde

O que é a depressão?

A depressão é um transtorno mental que leva a pessoa a perder o interesse em atividades que antes eram prazerosas. Além disso, outros sintomas comuns são: sentimento de tristeza e receio, desânimo e tristeza intensa. De acordo com o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco que podem contribuir com a depressão, entre eles:

  • Histórico familiar;
  • Outros transtornos psiquiátricos;
  • Estresse;
  • Ansiedade;
  • Disfunções hormonais;
  • Dependência de álcool e drogas ilícitas;.

Ao reconhecer os sintomas da depressão, é importante iniciar o seu tratamento. Dessa forma, é possível evitar quadros mais graves e perigosos para a saúde e bem-estar do paciente. O tratamento é feito por meio de remédios e terapia. Em princípio, o psicólogo ajuda o paciente a criar estratégias de combate às questões emocionais. Por sua vez, o médico indica remédios que vão reduzir os sintomas da depressão. O psiquiatra vai escolher o antidepressivo a ser utilizado, levando em conta o melhor para o paciente. Saiba mais sobre o tratamento:

A pandemia e a saúde mental

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a pandemia do Covid-19, houve um aumento na taxa de sintomas de depressão e ansiedade nas pessoas. Além disso, os dados de consumo de álcool e outras substâncias químicas também cresceram. Este aumento é efeito do isolamento social, da incerteza e da ansiedade que atingem as pessoas. Assim, é ainda mais importante conhecer e entender a importância da saúde mental.

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Precisa marcar uma consulta com um psicólogo ou psiquiatra? A Policonsultas tem uma equipe preparada para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica.

Conheça nosso corpo clínico aqui!

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Unidade 1
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Segunda a sexta: 08h às 21h
Sábado: 08h às 12h

Unidade 2
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Segunda a sexta: 07h às 20h
Sábado: 08h às 12h

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Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-2/ https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-2/#respond Sat, 19 Sep 2020 17:46:55 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3838 O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e visa dar maior visibilidade a este tema. Por isso, durante o ... Ler mais...

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O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e visa dar maior visibilidade a este tema. Por isso, durante o mês de setembro, faz-se uso constante da cor amarela em diversos lugares. Assim, a cor acaba gerando debates e momentos de reflexão sobre este tão delicado tema: o suicídio.

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Dentre essas pessoas, mais de 90% sofre de distúrbios mentais, com destaque à depressão, doença que possui tratamento por meio de de auxílio psicológico e psiquiátrico. Além da depressão, outros distúrbios que podem levar uma pessoa ao suicídio são: bipolaridade, esquizofrenia, ansiedade e o transtorno de personalidade.

O que é a depressão?

A depressão é um transtorno mental cuja principal marca é a perda de interesse em atividades que antes davam prazer à pessoa. Além disso, outros sintomas comuns são: sentimento de tristeza e receio, desânimo e tristeza intensa. Conforme o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco que podem ajudar na evolução da depressão, entre eles:

  • Histórico familiar;
  • Outros transtornos psiquiátricos;
  • Estresse crônico;
  • Ansiedade crônica;
  • Disfunções hormonais;
  • Dependência de álcool e drogas ilícitas;
  • Traumas psicológicos;
  • Doenças pré-existentes.

Uma vez reconhecidos os sintomas que podem indicar a existência de um quadro depressivo, deve-se iniciar o tratamento da doença. Este início deve se dar o mais rápido possível. Dessa forma, é possível evitar quadros mais graves e perigosos para a saúde e bem-estar do paciente. O tratamento é feito por meio de medicação e terapia. Em princípio, o psicólogo ajuda o paciente a criar estratégias de combate às questões emocionais. Por sua vez, o médico indica remédios que vão reduzir os sintomas da depressão. O médico que atua na psiquiatria irá escolher o antidepressivo a ser utilizado. Desse modo, levará em conta diversos fatores, como: 

  • Subtipo da depressão apresentada pelo paciente;
  • Histórico familiar;  
  • Resposta a outros remédios já utilizados.

O tratamento psiquiátrico deve estar aliado à psicoterapia, para dar uma maior segurança ao paciente. Por se tratar de uma doença psiquiátrica, a depressão muda a qualidade de vida emocional e física do paciente que a enfrenta. Uma das mais graves consequências da doença é o suicídio. Ele costuma ocorrer quando a pessoa pensa que esta é a única forma de se livrar da tristeza que sente. Ou seja, não vê outros meios.

Suicídio dá sinais

Um fator sobre do suicídio é que, muitas vezes, quando uma pessoa pensa em tirar a própria vida, ela emite alguns sinais. Contudo, estes sinais não são percebidos aos olhos de muitas pessoas ao redor. Além disso, é relevante lembrar que qualquer pessoa, de qualquer idade, pode vir a passar por isso. Desse modo, é importante que todos tenham noção sobre estes indícios. Assim, poderão ajudar amigos e conhecidos que estejam nessa situação. Afinal, esta é uma das metas do setembro amarelo.

Alguns destes sinais podem ser:

  • Falta de vontade de estar com outras pessoas ou de fazer coisas que antes gostava e fazia sempre;
  • Alteração repentina do comportamento;
  • Tratar de assuntos pendentes, despedir-se de pessoas ou fazer um testamento;
  • Mostrar muita calma com assuntos que antes traziam grande tristeza;
  • Comer ou dormir muito pouco;
  • Fazer ameaças de suicídio;
  • Usar drogas ou álcool com maior frequência e em excesso; 
  • Fazer coisas muito arriscadas (por exemplo, dirigir em alta velocidade).

Como prevenir o suicídio

A melhor forma de prevenção ao suicídio é a conversa e o conhecimento. Ou seja, falar sobre o assunto, dar apoio e auxiliar pessoas a procurar ajuda é um grande passo nessa luta. Dessa maneira, pode-se evitar que alguém sequer passe por esta situação. Por isso, um dos pontos do setembro amarelo é a defesa do “falar é prevenir”.

Quando uma pessoa percebe os sinais de que alguém possa estar pensando em suicídio, uma saída é mostrar que há outro meio para se buscar. Por isso, deve incentivar a procura dos profissionais dentro da psicologia e da psiquiatria. Além disso, muitas vezes o suicídio é fruto de um impulso da pessoa que está sofrendo. De tal forma que, caso alguém próximo esteja passando estes sinais, é importante estar atento. Uma alternativa é retirar do local que a pessoa costuma frequentar, objetos que possam ser meios para o suicídio. Por exemplo: comprimidos, objetos cortantes, entre outros.

A pandemia e a saúde mental

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a pandemia em que vivemos, houve um aumento na taxa de sintomas de depressão e ansiedade. Igualmente, os dados de consumo de álcool e outras substâncias químicas (fator que agrava a depressão) também cresceu. Este aumento é efeito do isolamento social, da incerteza e da ansiedade que atingiu as pessoas.

Por isso, é ainda mais necessário que todos tentem entender sobre este problema mundial. Assim, poderão ajudar outras pessoas e até a si mesmos. Ademais, é muito importante que todos saibam como acessar os serviços de psicologia e psiquiatria. Acima de tudo, é preciso saber o seu intuito, para se prevenir contra distúrbios emocionais. Afinal, eles podem levar ao suicídio. Em resumo, esses são os principais objetivos da campanha mundial do setembro amarelo.

Está passando por um momento difícil? Não tente resolver seu problema sozinho. É muito mais fácil quando se tem ajuda e apoio. A Policonsultas conta com uma equipe de profissionais de psicologia e psiquiatria com preços acessíveis na cidade de Juiz de Fora. Marque uma consulta!

Apesar do nome “Setembro Amarelo”, a prevenção do suicídio deve acontecer durante todo o ano. 

Apoie essa causa! Olhe ao seu redor. Perceba detalhes. Ajude parentes e amigos que estão ao seu lado. Você pode fazer a diferença.

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Dia Nacional de Prevenção da Obesidade como um alerta para cuidar da saúde https://policonsultas.com.br/dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade/ https://policonsultas.com.br/dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade/#respond Mon, 14 Oct 2019 15:32:28 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3101 Na última sexta-feira, dia 11 de Outubro, foi celebrado a Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Desde 2008 esta data foi escolhida para alertar sobre os riscos que o excesso de peso e obesidade podem causar à saúde. No Brasil, assim como em muitos países, o número de pessoas que se encaixam nesse quadro tem ... Ler mais...

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Na última sexta-feira, dia 11 de Outubro, foi celebrado a Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Desde 2008 esta data foi escolhida para alertar sobre os riscos que o excesso de peso e obesidade podem causar à saúde. No Brasil, assim como em muitos países, o número de pessoas que se encaixam nesse quadro tem crescido em um ritmo alarmante.

De forma geral, a obesidade pode ser definida pelo acúmulo excessivo de gordura corporal levando em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC) do indivíduo. Por meio dele, é possível classificar um indivíduo em relação ao seu peso e calcular o risco de complicações metabólicas e problemas para a saúde. Portanto, é importante lembrar que não se trata apenas de uma questão de medidas, mas também uma questão de saúde!

De acordo com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, no Brasil, a proporção de obesos quase duplicou nas últimas décadas, também associado à mudanças comportamentais, sobretudo por causa da alimentação inadequada, ao sedentarismo e aos transtornos psicológicos que podem desencadear distúrbios alimentares, como a compulsão alimentar, por exemplo. O grande problema da obesidade são o aumento do risco de desenvolver doenças crônicas, principalmente, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, que podem ser fatais.

DADOS ALARMANTES

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2006 e 2018 o número de obesos aumentou 67,8% no país. Os dados também indicaram que a prevalência da obesidade entre adultos de 25 a 44 anos, sendo que o sexo feminino apresentou cerca de 20,7% de quadros de obesidade, enquanto o masculino, 18,7%.

 

Alerta para a obesidade
Dia Nacional de Prevenção da Obesidade alerta para riscos desse quadro

De acordo com uma pesquisa publicada na Revista Brasileira de Epidemiologia,  a obesidade pode aumentar em 1,3 vezes a chance de desenvolvimento de distúrbios no quadro de saúde de forma geral, além de estar relacionada a doenças crônicas. O diagnóstico de hipertensão, por exemplo, é 2,8 vezes maior para homens com excesso de peso, e 2,4 vezes para mulheres na mesma condição. No caso da diabetes diabetes mellitus, os estudos apontam que em adultos com peso normal ou baixo peso, a estimativa é de 5,4% da população, enquanto nos quadros de obesidade, o valor é de 14%.

A REALIDADE DOS BRASILEIROS

Um dos fatores centrais do aumento dos índices de obesidade na população brasileira está associado a realidade das famílias e sua pouca disponibilidade para adquirir alimentos saudáveis e também prepará-los. Como contraponto, pode-se perceber a facilidade do acesso à comidas industrializadas, fast foods, em detrimento de comidas frescas, frutas e verduras.

Além disso, o sedentarismo e falta de exercícios físicos também são destacados. Com rotinas de trabalho mais longas e pouca disponibilidade de lugares públicos para se exercitar, a tendência é uma população que tem cada vez mais acesso à uma alimentação muito calórica, gordurosa e rica em açúcar, e que não se preocupa em gastar esse excesso. O resultado é evidente e exige atenção.

MUDANÇA DE HÁBITOS

Para reduzir os índices alarmantes de obesidade e sobrepeso no Brasil é necessário alertar a população sobre o assunto. Aliás, essa é a principal motivação do Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.

Informar sobre os riscos de doenças que tem seus casos aumentados em quadros de sobrepeso é essencial. Além disso, é importante fornecer ao consumidor instruções na hora de escolher os alimentos, na forma de prepará-los ou mesmo como o indivíduo pode se relacionar com a comida de forma desequilibrada, como nos casos de compulsão alimentar, por exemplo.

O acompanhamento médico regularmente é essencial, não apenas para diagnosticar doenças que podem estar vinculadas à obesidade, como também auxiliar no tratamento necessário.

mudança de hábitos
Uma mudança de hábitos é necessária para reverter a obesidade.

COMO A POLICONSULTAS PODE TE AJUDAR?

Se você está incluído neste quadro ou conhece alguém que precisa de ajuda, consulte um dos profissionais de saúde da Policonsultas.

Aqui você encontra profissionais de endocrinologia, que poderão investigar os distúrbios hormonais e fisiológicos que podem favorecer o ganho de peso.

A especialista em nutrição poderá a ajudá-lo na organização de um cardápio ou dieta que mais combina com seu quadro de saúde e suas necessidades nutricionais.

Além de profissionais de psicologia e psiquiatria que poderão auxiliar em questões de carácter emocional, e que podem influenciar o modo como você se relaciona com a comida, como nos casos de compulsão alimentar, por exemplo.

Lembre-se: a obesidade é um quadro de saúde que pode ser prevenida e também revertida.

Agende seu atendimento!

Por telefone: (32) 3031-6060

Por WhatsApp: (32) 99102-6160

Estamos no Mister Shopping, 3º piso – Juiz de Fora

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Compulsão Alimentar: Saiba mais sobre esse transtorno https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/ https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/#respond Wed, 11 Sep 2019 20:31:24 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2876 Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio ... Ler mais...

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Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio de forma recorrente podemos estar diante de episódios de compulsão alimentar.

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) se caracteriza por uma ingestão exagerada e não-controlada de alimentos em um espaço de tempo reduzido. Considerado um distúrbio que merece atenção, a compulsão alimentar pode estar associada à questões emocionais, além de comprometer a saúde física do indivíduo.

Nesse post vamos ajudar você a entender um pouco mais sobre esse distúrbio, como funciona seu diagnóstico e a melhor forma de tratamento.

Sobre o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica levou alguns anos para ganhar relevância e atenção da comunidade médica e científica. Descrito em 1950, apenas em 1994 foi considerado um distúrbio e incluído no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Sua principal característica consiste em episódios em que a pessoa ingere uma quantidade de alimentos muito maior do que o necessário para a sua carência nutricional em um curto espaço de tempo (cerca de 2 horas). Para além de uma circunstância eventual, esses casos são recorrentes e acompanhados de uma sensação de falta de controle, seguido de arrependimento pelo ocorrido. Outra característica a ser ressaltada é que a tendência é por consumo de alimentos mais calóricos, porque eles são mais palatáveis. Entretanto, alimentos ricos em gordura e açúcar vão propiciar maior ganho de peso.

A nutricionista Letícia Rezende complementa que o diagnóstico geralmente ocorre apenas quando o paciente procura o especialista para tratar do sobrepeso ou obesidade.

“Não existe um sintoma específico desse transtorno. O paciente que procura um nutricionista para acompanhamento, geralmente, se enquadra no quadro de consequências da compulsão alimentar. Ou seja, os pacientes que procuram ajuda já estão em estágio de obesidade ou sentindo dificuldade de emagrecer. No entanto, é no próprio consultório que descobrimos a necessidade de trabalhar com outros profissionais, principalmente psicólogos, a fim de identificar os gatilhos que geram a compulsão alimentar”, comenta a nutricionista que atende na Policonsultas.

 Causas e consequências do TCAP

             Em síntese, dentre as principais causas do desenvolvimento do transtorno de compulsão alimentar destaca-se o fator genético, o ambiente e o contexto em que essas pessoas são expostas. Quando há casos na família é mais comum que tal doença ocorra em determinadas situações de estresse e sofrimento, surgindo principalmente durante a adolescência ou no início da fase adulta. Entretanto, os problemas emocionais são os principais condutores desse transtorno, podendo ser uma característica disparadora dos episódios em qualquer indivíduo. Problemas de relacionamentos (amorosos, familiares ou sociais), grandes situações de estresse, restrições alimentares (dietas rígidas), doenças psicológicas (como depressão e ansiedade) são destacados, uma vez que a compulsão alimentar alivia temporariamente a tensão causada por essas situações. O problema é que tal sensação de atenuação de uma carga emocional tem curta duração, e a longo prazo a saúde física e mental ficará comprometida.

Como consequências podemos citar o aumento do risco de obesidade e, com isso, prejuízos funcionais a todo o corpo. Eleva-se o risco de hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras doenças. Deste modo, é importante destacar que a qualidade de vida do indivíduo fica comprometida, causando maior sofrimento, problemas no desempenho de papéis sociais, insatisfação com a vida e com a saúde, ou mesmo risco de desenvolver transtornos psiquiátricos.

 

Como tratar?

Letícia Rezende pontua que a Compulsão Alimentar, apesar de desafiadora, pode ser tratada. Entretanto, os resultados dependem de uma mudança de hábitos que deve ser levada para a vida.

“São muitos fatores que envolvem o Transtorno de Compulsão Alimentar, mas no campo de nutrição, respeitando a individualidade de cada paciente, podemos criar estratégias de reeducação alimentar. No entanto, este é um processo longo e contínuo, uma vez que as sugestões de mudanças na rotina ou no cardápio são negociações feitas aos poucos e que precisam ser cumpridas pelo paciente”.

Na Policonsultas você encontra as especialidades indicadas para um tratamento adequado. Conheça nosso corpo clínico  e não deixe de cuidar da sua saúde!

Sobre a especialista:

Letícia Rezende é nutricionista graduada na Universidade Federal de Juiz de Fora, atua em nutrição clínica e faz parte do corpo clínico da Policonsultas.

 

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Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio/ https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio/#respond Wed, 04 Sep 2019 19:19:48 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2788 Em ação desde 2014, o Setembro Amarelo é uma campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio, idealizada pela CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Acompanhando atividades do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que ocorre em 10 de setembro, a idéia ... Ler mais...

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Em ação desde 2014, o Setembro Amarelo é uma campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio, idealizada pela CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Acompanhando atividades do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que ocorre em 10 de setembro, a idéia é proporcionar mais visibilidade ao assunto a partir do uso da cor amarelo nas mais diversas interfaces. A partir dessas ações é possível refletir sobre a preservação da vida, além de quebrar a barreira do estigma sobre as doenças psicológicas.

Dados alarmantes

De acordo com a pesquisa apresentada pela Organização Mundial da Saúde(OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Esta é considerada uma das principais causas de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. No entanto, mais de 90% desses casos estão associados a distúrbios mentais, com destaque a depressão, e, portanto, poderiam ser evitados com auxílio psicológico adequado.

Estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram de depressão em todo o mundo, uma doença psiquiátrica que causa flutuações intensas e recorrentes de humor e sentimento de desesperança. Quando não assistida por um profissional, a doença pode causar à pessoa afetada um grande prolongamento de sofrimento, desmotivação e sentimento de tristeza constante. Assim, percebe-se influencias nas atividades cotidianas, no trabalho, na escola ou no meio familiar, e que pode aumentar a intenção de suicídio.

 

 

Como é possível reduzir o número de casos de suicídio?

A psicóloga Laura Carneiro pontua que a conscientização é o primeiro passo para reduzir o número de casos de suicídio. Além disso, ouvir e não julgar os sentimentos ou sofrimento do outro também são pontos importantes para que a pessoa se sinta benquista.

“Vale ressaltar que a busca por ajuda profissional se torna essencial para que a pessoa que se encontra em sofrimento mental possa encontrar acolhimento e suporte. Ao compartilhar suas questões com alguém que tenha um preparo técnico para lidar com a situação, é possível conduzir à construção de outras estratégias que aliviem sua dor para além dos pensamentos suicidas, experiência comum de ser vivida por quem se encontra em sofrimento psíquico. O sentimento de tristeza e pensamentos sobre a morte fazem parte da nossa condição humana. No entanto, quando esses pensamentos se instalam de forma duradoura e prejudicam o cotidiano da pessoa como trabalho, relações ou estudos, o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico são ferramentas a serem utilizadas como formas de cuidado e de prevenção à atitudes mais drásticas, como a tentativa de suicídio”, continua a especialista que atende na Clínica Policonsultas.

Quer ajudar, mas não sabe como? Fale sobre o assunto, ofereça apoio e auxilie pessoas a procurarem ajuda junto de um psicólogo.

Está procurando ajuda? A Policonsultas conta com uma equipe de profissionais de psicologia e psiquiatria que atendem a preços acessíveis na cidade de Juiz de Fora.

A prevenção do suicídio deve acontecer durante o ano todo.

Apoie essa causa!

 

Sobre a especialista: 

Laura Carneiro é psicóloga formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz e parte do corpo clínico da Policonsultas.

 

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