Arquivos endometriose - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/endometriose/ Clínica popular em Juiz de Fora Thu, 21 Jul 2022 11:36:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos endometriose - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/endometriose/ 32 32 Endometriose: conheça os tipos da doença e seus tratamentos auxiliares https://policonsultas.com.br/endometriose-conheca-os-tipos-da-doenca-e-seus-tratamentos/ https://policonsultas.com.br/endometriose-conheca-os-tipos-da-doenca-e-seus-tratamentos/#respond Mon, 18 Jul 2022 14:21:09 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=6536 A endometriose, doença caracterizada pela presença de endométrio fora do útero, possui diferentes tipos que atingem algumas áreas do corpo como: Endometriose Peritoneal É a forma mais comum da doença. Afeta o peritônio, membrana que cobre toda a pelve e os órgãos da pelve e do abdômen. Pode ser caracterizado como superficial ou profundo. A ... Ler mais...

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A endometriose, doença caracterizada pela presença de endométrio fora do útero, possui diferentes tipos que atingem algumas áreas do corpo como:

Endometriose Peritoneal

É a forma mais comum da doença. Afeta o peritônio, membrana que cobre toda a pelve e os órgãos da pelve e do abdômen. Pode ser caracterizado como superficial ou profundo. 

A forma profunda se dá quando quando invade mais de 5 mm da superfície peritoneal, e geralmente é encontrado nas últimas partes do intestino grosso (reto e cólon sigmóide) e na parede da bexiga. Dessa forma, o tratamento recomendado para essa condição pode ser clínico ou cirúrgico.

Endometriose Ovariana

Ocorre quando as células endometriais voltam pelas tubas e conseguem entrar no cisto ovariano. A partir daí eles começam a dividir e “cobrir” todo o cisto. Esse processo vai ocorrendo ao final de cada ciclo menstrual, onde essas células entram nesse cisto e se enchem de sangue ao longo do tempo. Assim, a endometriose ovariana cresce lentamente e pode atingir tamanhos surpreendentes e com este crescimento, partes dos ovários saudáveis ​​vão sendo destruídas, podendo desencadear problemas futuros na fertilidade da mulher. 

Assim, o tratamento geralmente é cirúrgico, onde o cisto deve ser removido ou cauterizado. Se o tamanho for tão grande a ponto de danificar todo o ovário, ele pode precisar ser removido (ooforectomia).

Endometriose de parede

Esta forma da doença pode aparecer depois de alguma cirurgia no útero, como uma cesárea, histerectomia ou miomectomia. Isso porque durante a cirurgia, as células endometriais acabam se alojando na cicatriz cirúrgica, onde se proliferam e formam nódulos endometrióticos, que são dolorosos e aumentam de tamanho durante a menstruação.

Nesses casos, o tratamento é sempre cirúrgico, incluindo a remoção do nódulo. Ao contrário do que fazemos com outros tipos de endometriose, não requer recargas após a cirurgia ou para prevenir a recorrência.

Endometriose septo reto-vaginal:

Esse tipo de endometriose é raro e afeta o tecido que fica entre o reto e a vagina. Embora sua origem ainda seja debatida, acredita-se que tenha origem na transformação de alguns resquícios da formação do órgão reprodutor em células endometriais. 

Para esta condição, o tratamento pode ser clínico ou cirúrgico.

Endometriose intestinal

Ocorre quando endométrio, tecido que reveste internamente o útero, ou glândula e/ou estroma se desenvolvem à volta das paredes do intestino, dificultando o seu funcionamento e causando sintomas como alteração dos hábitos intestinais, além de intensa dor abdominal, especialmente durante a menstruação.

O principal tipo de tratamento usado para tratar a endometriose intestinal é a cirurgia, na qual o tecido anormal é retirado do interior do intestino para aliviar os sintomas. Nos casos mais leves, o tratamento pode ser feito com o uso de pílulas anticoncepcionais contínuas, que inibem a menstruação e evitam o crescimento do tecido de endométrio no intestino.

Tratamentos complementares para Endometriose

Os tratamentos alternativos estão ganhando cada vez mais espaço para auxiliar diversos tipos de doenças. Como o caso da endometriose, doença que atinge mais de 6 milhões de brasileiras – cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva. 

Conheça agora alguns tipos de tratamentos que são complementares e auxiliam na manutenção da qualidade de vida das mulheres com esta condição: 

Fisioterapia Pélvica

Por ser uma condição de difícil e demorada identificação, as mulheres com endometriose, chegam a conviver durante anos com a doença até que o diagnóstico seja confirmado. Esse incômodo constante faz com que algumas pacientes procurem posturas para amenizar a dor. 

Nesse sentido, a fisioterapia pélvica possui diversos recursos que podem ser benéficos para essa questão.

O tratamento fisioterapêutico começa com uma avaliação completa dos sistemas fasciais, músculos, alinhamento e padrões de movimento do corpo, incluindo o abdômen, a pelve e a coluna.

Após essa avaliação, podem ser usados recursos para diminuir a dor como:

  • Massagem perineal;
  • Eletroestimulação;
  • Crioterapia;
  • Biofeedback;
  • Exercícios perineais, consciência perineal e corporal.

Acompanhamento Psicológico

A convivência por muito tempo com os sintomas, o atraso no diagnóstico e a dificuldade de acesso aos tratamentos, podem desencadear, ao longo do tempo, algumas alterações emocionais como dúvidas, angústias e até uma série de frustrações e conflitos.  Por isso, o acompanhamento com um profissional capacitado pode ajudar nesses casos. 

Acompanhamento Nutricional

Outro aspecto importante durante o tratamento de endometriose diz respeito ao acompanhamento nutricional. As nossas escolhas alimentares impactam diretamente na forma como nos sentimos e em alguns dos alimentos que podem despertar sintomas nas pacientes.

Por exemplo, a inflamação geralmente pode causar uma série de sintomas, sendo o principal, a dor. Sendo assim, é necessário optar por alimentos anti-inflamatórios, evitando  processados e substituindo-os por alimentos frescos.

É importante que a paciente procure ingerir, diariamente, alimentos fonte de vitaminas e minerais, como:

  • Frutas, verduras e legumes;
  • Castanhas (do Brasil, amêndoa, noz);
  • Sementes (girassol, abóbora);
  • Peixes, cereais integrais e grãos.

Porém, é somente através de um acompanhamento com o nutricionista que a paciente tem acesso a planos alimentares que serão compatíveis com a sua condição.

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Por que não consigo engravidar? https://policonsultas.com.br/por-que-nao-consigo-engravidar/ https://policonsultas.com.br/por-que-nao-consigo-engravidar/#respond Tue, 26 Oct 2021 20:07:34 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=5945 Muitas mulheres têm o desejo de engravidar e ter um filho mas acabam se deparando com a questão “por que não consigo engravidar?” Ainda que a gravidez seja algo muito comum nos dias de hoje, uma situação inesperada pode acontecer: a dificuldade de engravidar. Esse problema atinge muitas mulheres no mundo e fez surgir alternativas ... Ler mais...

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Muitas mulheres têm o desejo de engravidar e ter um filho mas acabam se deparando com a questão “por que não consigo engravidar?” Ainda que a gravidez seja algo muito comum nos dias de hoje, uma situação inesperada pode acontecer: a dificuldade de engravidar. Esse problema atinge muitas mulheres no mundo e fez surgir alternativas como a fertilização in vitro, a contratação das chamadas barrigas de aluguel e até mesmo a adoção. No entanto, algumas pessoas sentem um grande desejo de engravidar.

Assim, quando uma mulher não consegue engravidar, é sinal de que algo não está certo ou com bom funcionamento. Ou seja, a paciente pode apresentar algum quadro de doença ou condição que prejudique a formação do embrião. Nesse caso, é muito importante visitar o ginecologista para orientações. Saiba tudo sobre a consulta com o ginecologista.

Sou eu ou ele?

Muitas vezes, quando a mulher não consegue engravidar tende a se culpar e pensar que há algo de errado em seu corpo. No entanto, é importante saber que muitos homens possuem problemas de fertilização, impossibilitando a gravidez de sua parceira. Ou seja, não há como saber, a princípio, se o problema tem origem no homem ou na mulher.

Por isso, quando um casal deseja ter um filho mas não consegue, é importante que o homem e a mulher passem por uma série de exames para checar se está tudo certo com os órgãos de reprodução. Só assim é possível encontrar onde reside o problema.

Condições comuns

Existem algumas condições muito comuns em mulheres que podem prejudicar no momento de engravidar. Assim, algumas delas são:

Síndrome do ovário policístico

Esta síndrome ocorre por uma alteração nos hormônios que faz surgir pequenos cistos no ovário da mulher. Assim, essa condição pode causar diversas características no corpo como irregularidade na menstruação, dores locais, excesso de pelos e acnes, entre outras. Devido a essa alteração, muitas mulheres que têm essa síndrome enfrentam dificuldades na hora de engravidar. Por isso, é importante ir ao ginecologista antes e iniciar um tratamento com hormônios e vitaminas para garantir uma gestação saudável. Saiba a importância de ir ao ginecologista todo ano.

Endometriose

De acordo com o Ministério da Saúde, uma a cada dez mulheres sofre com endometriose no Brasil. Essa é uma doença crônica que ocorre quando células do tecido do endométrio se aglomeram fora do útero, podendo chegar aos órgãos do abdômen e pélvicos, causando muita dor.

De forma geral, qualquer mulher em período reprodutivo pode desenvolver a doença. No entanto, essa condição é mais frequente nas idades entre 25 e 35 anos. Assim, apesar de não ter estudos que mostrem como surge essa doença, cirurgias no útero e a genética aumentam a chance de ocorrer essa condição.

Anovulação

Essa é uma doença que faz com que a mulher não ovule. Assim, sem a produção de óvulos não ocorre a fecundação. Quando a paciente possui esta condição, é importante procurar o ginecologista para iniciar o tratamento que é feito com hormônios. Dessa forma é possível garantir uma gravidez saudável.

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Trompas obstruídas

Essa é uma das principais condições que impedem a mulher de engravidar, pois ocorre um bloqueio nas trompas, impedindo a passagem dos óvulos. Assim, essa condição pode surgir por uma infecção bacteriana, por consequência da endometriose ou até por uma DST, como a clamídia. De toda forma, a mulher que possui as trompas obstruídas deve procurar o ginecologista para iniciar o tratamento. 

Além dessas condições, diversos outros fatores podem contribuir para a dificuldade de engravidar. Entre eles, problemas emocionais, estresse, alimentação ruim e falta de vitaminas. Por isso, quando uma mulher deseja engravidar, é preciso tomar algumas atitudes para melhorar seu estilo de vida e garantir a saúde da criança.

Assim, além das visitas constantes ao ginecologista, a mulher deve praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada. Assim, é possível garantir uma boa gestação.

Engravidei, e agora?

Depois que a gestação tem início, é muito importante a adoção de práticas que garantem a formação saudável do bebê e a saúde da mãe. Assim, entre essas práticas estão:

  • Reduza o consumo de cafeína;
  • Pratique sempre exercícios físicos;
  • Evite carnes cruas ou mal-passadas;
  • Não tome remédios por conta própria;
  • Pare de fumar e beber durante os meses da gestação;
  • Descanse bastante;
  • Realize todos os exames de pré-natal, eles são muito importantes!
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A importância do aleitamento materno

Durante a gravidez, os seios da mulher começam a ser preparados para a produção do leite materno. Assim, como recebem grande quantidade de hormônios, que são secretados pela placenta, as mamas ficam maiores, mais sensíveis e seus vasos sanguíneos começam a dilatar.

A produção do leite tem início logo após o nascimento do bebê. Ou seja, neste momento a mãe começa a receber hormônios responsáveis por estimular as células dos seios a fabricarem o leite. Assim, dentre esses hormônios estão presentes a prolactina e a ocitocina.

De acordo com o Ministério da Saúde, o leite materno é o único alimento que fornece todos os nutrientes que o bebê precisa nos seis primeiros meses de vida. Ou seja, ele é rico em gordura, sais minerais, vitaminas, anticorpos e outras substâncias essenciais que protegem a criança contra doenças e fortalecem sua imunidade. Além disso, a amamentação pode contribuir na prevenção de doenças para a mãe reduzindo as chances de câncer de mama, ovário, útero e o diabetes tipo 2. Saiba tudo sobre o câncer de colo de útero

Qual a importância do aleitamento materno para a mãe e para o bebê?

A amamentação traz muitos benefícios para as mães e para os bebês. Ou seja, sempre que possível é importante optar por esta forma de aleitamento. Assim, alguns benefícios para as mães são:

  • Protege contra a osteoporose e os cânceres de mama e útero;
  • Evita o surgimento de cancros nas mamas e nos ovários;
  • Acelera a recuperação do tamanho normal do útero;
  • Aumenta a intimidade com o bebê.

Por outro lado, alguns benefícios do aleitamento para os bebês são:

  • Fortalece a imunidade;
  • Ajuda no crescimento de prematuros;
  • Desenvolve a arcada dentária;
  • Auxilia no desenvolvimento cognitivo e do cérebro; 
  • Combate a anemia;
  • Estimula o desenvolvimento da respiração;
  • Aumenta a flexibilidade na articulação das estruturas da fala;
  • Evita cólicas;
  • Reduz os riscos de alergias.

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Na Policonsultas você tem acesso a consultas com ginecologista, obstetra,  acompanhamento pré-natal e de pediatria. Conheça nosso corpo clínico e agende uma consulta.

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Endometriose: Conheça os sintomas, diagnóstico e tratamento dessa doença https://policonsultas.com.br/endometriose-conheca-os-sintomas-diagnostico-e-tratamento-da-doenca/ https://policonsultas.com.br/endometriose-conheca-os-sintomas-diagnostico-e-tratamento-da-doenca/#respond Wed, 12 Feb 2020 18:43:27 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3447 De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, uma em cada dez mulheres sofre com endometriose no Brasil. A endometriose trata-se de uma doença crônica que ocorre quando células do tecido endometrial se aglomeram fora do útero, podendo acometer órgãos abdominais e pélvicos e causando dor intensa. De forma geral, qualquer mulher em período reprodutivo ... Ler mais...

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De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, uma em cada dez mulheres sofre com endometriose no Brasil. A endometriose trata-se de uma doença crônica que ocorre quando células do tecido endometrial se aglomeram fora do útero, podendo acometer órgãos abdominais e pélvicos e causando dor intensa.

De forma geral, qualquer mulher em período reprodutivo pode desenvolver a doença, sendo mais frequente na faixa etária entre 25 e 35 anos. Apesar de não haver estudos que comprovem a razão para que essa doença se desenvolva em algumas mulheres, acredita-se que cirurgias uterinas prévias e casos na família aumentam a chance de incidência da endometriose. No entanto, existe tratamento e controle para o quadro.

Nesse post você poderá conhecer mais sobre a endometriose, quais são as complicações, tratamentos e prevenção da doença.

Como ocorre a endometriose e quais os riscos da doença?

O tecido endometrial é uma camada localizada na parte mais interna do útero,  eliminada a cada fluxo menstrual e reconstituída na próxima fase do ciclo feminino. Nas mulheres com endometriose, o tecido endometrial se desloca  para a cavidade pélvica e abdominal, ao percorrer a extensão das tubas uterinas, de modo a se acumularem a cada nova menstruação.

Além do desconforto causado pelo movimento retrógrado do tecido pelas tubas uterinas, também pode ocorrer a obstrução desse prolongamento, e assim a impossibilidade do espermatozóide chegar ao óvulo. É por essa razão que essa doença, quando não controlada e acompanhada por um médico ginecologista, está muitas vezes associada à infertilidade feminina.

Ao longo do tempo, e dependendo da gravidade do quadro, o tecido endometrial também poderá envolver ou se aglomerar muito próximo de órgãos como intestinos e bexiga, por exemplo, causando dor intensa e sendo necessária a intervenção cirúrgica para a retirada do meterial. Nos casos mais agressivos, pode ser necessário a retirada de ovários e útero.

endometriose o que é
O tecido endometrial pode acometer diferentes órgãos abdominais e da cavidade pélvica

Diagnóstico, tratamento e acompanhamento da Endometriose

A endometriose poderá ser diagnosticada através da investigação dos sintomas em uma consulta clínica com um ginecologista, que podem incluir irregularidades menstruais, cólicas menstruais intensas e progressivas, dor profunda durante a relação e infertilidade. Além disso, o profissional de ginecologia poderá analisar o histórico da paciente e solicitar exames complementares, como por exemplo, a ultrassonografia transvaginal e de vias urinárias, ressonância magnética de pelve ou a videolaparascopia.

A doença não tem cura, entretanto após identificada o ginecologista poderá conduzir a um tratamento medicamentoso, que consiste em uma dosagem que tende a inibir o crescimento do tecido endometrial. Em casos crônicos ou de rápido desenvolvimento, a cirurgia de retirada de aderências e tumores pode ser mais indicada.

O controle da doença ocorre no acompanhamento com o profissional, e é necessário uma vez que, enquanto houver período reprodutivo, a endometriose pode voltar a reaparecer.

Como a Policonsultas pode me ajudar?

A recomendação do Ministérios da Saúde é que mulheres com vida sexual ativa procurem um profissional de ginecologia pelo menos uma vez ao ano a fim de fazer o exame preventivo de câncer de colo de útero. No entanto, para aquelas diagnosticadas com endometriose o rigor visitas deve ser ainda maior, a fim de manter sob controle as complicações que a doença pode trazer. Assim, em caso de retorno de sintomas, o ginecologista deverá ser consultado imediatamente.

Na Policonsultas você encontra disponibilidade agenda diária para ginecologia. Conheça aqui nosso corpo clínico.

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