Arquivos psiquiatria - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psiquiatria/ Clínica popular em Juiz de Fora Wed, 04 Nov 2020 19:20:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos psiquiatria - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/psiquiatria/ 32 32 Tudo sobre a consulta com o psiquiatra https://policonsultas.com.br/psiquiatra/ https://policonsultas.com.br/psiquiatra/#respond Mon, 12 Oct 2020 20:19:37 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3977 Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psiquiatra. Além disso, vai ver os principais transtornos mentais e seus tratamentos. Veja por categoria: O que faz o psiquiatra? Quando procurar o psiquiatra? O que acontece na consulta com o psiquiatra? Transtornos mentais comuns. Tratamentos para os transtornos ... Ler mais...

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Neste post você vai entender o que é e para quê serve a consulta com o psiquiatra. Além disso, vai ver os principais transtornos mentais e seus tratamentos. Veja por categoria:

  • O que faz o psiquiatra?
  • Quando procurar o psiquiatra?
  • O que acontece na consulta com o psiquiatra?
  • Transtornos mentais comuns.
  • Tratamentos para os transtornos mentais.
  • Psiquiatra X Psicólogo.
  • Verdade ou mito.

O que faz o psiquiatra?

O psiquiatra é o médico que estuda e trata os transtornos mentais e de comportamento. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, existem tipos de psiquiatras. São eles: 

  • Especialistas em crianças e adolescentes;
  • Especialistas em idosos;
  • Psiquiatras que realizam laudos para a justiça;

A principal função do psiquiatra é diagnosticar o problema de seus pacientes e promover o bem-estar deles através do tratamento. Para que isso ocorra, o médico receita medicamentos e auxilia na melhora da saúde mental.

Por muito tempo a psiquiatria foi alvo de preconceito. Isto é, muitas pessoas consideravam que esta cuidava de loucos. Eventualmente, a população passou a entender a sua importância. No entanto, esse preconceito ainda existe por parte de muitos.

Quando procurar o psiquiatra?

Em primeiro lugar é importante entender que o psiquiatra é o médico que trata do cérebro e da saúde mental. Dessa forma, deve ser procurado quando existe algum sintoma que indique algo errado. Assim como existem sinais no olho que demandam um oftalmologista, o mesmo ocorre com o psiquiatra. Por isso, deve-se estar atento a algumas situações. Entre elas:

Mudanças de humor frequentes

É comum sentirmos várias emoções ao longo do dia. No entanto, se essas emoções são intensas ou difíceis de controlar, é preciso tomar cuidado. Por exemplo: irritar facilmente com qualquer coisa, intolerância o tempo inteiro, entre outros. Por isso, caso a pessoa perceba que suas mudanças de humor estão afetando seu dia, deve procurar o psiquiatra.

Dificuldade para dormir

Vez ou outra, é normal ter uma noite de insônia, principalmente em dia de estresse. Entretanto, se for algo frequente e começar a prejudicar as atividades diárias, é importante marcar a consulta. Alguns transtornos, como a ansiedade, estão ligados ao sono. Por isso, a dificuldade para dormir deve ser investigada.

Dificuldade em se livrar de um vício

Se a pessoa decide deixar de lado alguma prática ruim e não consegue, é preciso ir ao médico. Afinal, muitos vícios são como um escape para um transtorno mental. Por exemplo: álcool e drogas.

Alteração no apetite

Assim como em um vício, a perda ou aumento de apetite pode estar ligada a um transtorno. Por isso, se a pessoa nota essa alteração, deve procurar o médico.

É importante que as pessoas estejam atentas a estes sintomas e coisas que as faça sentir mal. O psiquiatra ajuda seus pacientes a descobrir se o que eles sentem pode ser um transtorno. Dessa forma, vai iniciar o tratamento ou encaminhá-los a outro profissional, se for o caso.

O que acontece na consulta com o psiquiatra?

Na primeira consulta, o psiquiatra pergunta ao paciente o que o levou até ali. Além disso, pede informações sobre ele e seus hábitos. Por exemplo: histórico de transtornos mentais na família, trabalho e relacionamentos. Esses detalhes são importantes para que o médico entenda o paciente. Por isso é importante nunca mentir. 

Após o primeiro contato, o médico realiza o exame psíquico. Este exame é feito a partir de técnicas específicas. Assim, o psiquiatra consegue detectar a presença ou não de um transtorno mental.

Algumas doenças que são tratadas pelo psiquiatra podem ser identificadas pelo exame físico. Por exemplo: alzheimer, AVC e epilepsia. Por isso, também é comum que o médico solicite exames como o ultrassom e a tomografia.

Transtornos mentais comuns

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, os transtornos mais comuns são:

  • Transtornos do humor- Depressão e bipolaridade são os mais comuns. Entenda mais sobre a depressão.
  • Transtornos de ansiedade- Entre os principais: síndrome do pânico, TOC e ansiedade.
  • Transtornos de alimentação- A pessoa encontra dificuldade de se alimentar. Ou seja, para de comer ou come demais.
  • Déficit de Atenção- Geralmente diagnosticado na infância. 
  • Esquizofrenia- Episódios contínuos ou recorrentes de psicose
  • Autismo- Compromete a interação social.

Para saber mais sobre esses transtornos, assista o vídeo a seguir:

Tratamento para transtornos mentais

Quando há um transtorno mental, é necessário iniciar o tratamento. Assim, existem três formas:

  • Psicoterapia – Não há o uso de medicamentos.
  • Remédios- Uso de medicamentos, indicados pelo psiquiatra. 
  • Tratamento combinado- É uma junção entre os dois primeiros. 

É importante lembrar que o psiquiatra vai indicar o método mais adequado para cada caso. Ainda assim, a escolha final será do paciente.

Psiquiatra X Psicólogo

Quando o assunto é saúde mental, muitas pessoas confundem o psiquiatra com o psicólogo. Por isso, é importante estabelecer suas diferenças.

                                      PSIQUIATRA

  • Formação em medicina.
  • Através do exame psíquico consegue diagnosticar transtornos mentais.
  • Prescreve medicamentos para o tratamento e pode indicar auxílio psicológico.

                                               PSICÓLOGO

  • Formação em psicologia 
  • Através de técnicas aplicadas na conversa, identifica transtornos mentais.
  • Realiza o tratamento através de técnicas mentais. Além disso, pode indicar a procura pelo psiquiatra.

Cada um deles possui importância para o tratamento dos transtornos mentais. Por isso, muitas vezes o psiquiatra indica o tratamento combinado. Assim, o paciente vai analisar e escolher entre os tratamentos.

Verdade ou Mito?

A Policonsultas esclarece algumas dúvidas sobre o psiquiatra e os transtornos mentais.

Ter um transtorno mental é sinal de fraqueza. MITO

O transtorno mental não está relacionado com fraqueza. No entanto, existem fatores que podem influenciar em seu aparecimento. Como exemplo: genética, alteração de ambiente, situações de estresse e alteração química no cérebro.

Depressão e tristeza são a mesma coisa. MITO

Todo mundo sente tristeza. No entanto, a depressão é uma síndrome que engloba vários sintomas. Além disso, prejudica as atividades diárias da pessoa.

Abusar de álcool e drogas pode causar transtornos mentais. VERDADE

Depende da frequência e genética da pessoa. Assim, pode levar a transtornos como depressão e esquizofrenia. 

Medicamentos para transtorno mental viciam. MITO

Atualmente existem medicamentos que não viciam e não deixam a pessoa “dopada”.

Precisa de um psiquiatra? A Policonsultas tem uma equipe de profissionais preparados para cuidar da sua saúde, além de realizar exames na própria clínica.

Conheça nosso corpo clínico aqui.

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Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-2/ https://policonsultas.com.br/setembro-amarelo-mes-de-prevencao-ao-suicidio-2/#respond Sat, 19 Sep 2020 17:46:55 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3838 O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e visa dar maior visibilidade a este tema. Por isso, durante o ... Ler mais...

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O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O setembro amarelo existe desde 2014 no Brasil e visa dar maior visibilidade a este tema. Por isso, durante o mês de setembro, faz-se uso constante da cor amarela em diversos lugares. Assim, a cor acaba gerando debates e momentos de reflexão sobre este tão delicado tema: o suicídio.

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Dentre essas pessoas, mais de 90% sofre de distúrbios mentais, com destaque à depressão, doença que possui tratamento por meio de de auxílio psicológico e psiquiátrico. Além da depressão, outros distúrbios que podem levar uma pessoa ao suicídio são: bipolaridade, esquizofrenia, ansiedade e o transtorno de personalidade.

O que é a depressão?

A depressão é um transtorno mental cuja principal marca é a perda de interesse em atividades que antes davam prazer à pessoa. Além disso, outros sintomas comuns são: sentimento de tristeza e receio, desânimo e tristeza intensa. Conforme o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco que podem ajudar na evolução da depressão, entre eles:

  • Histórico familiar;
  • Outros transtornos psiquiátricos;
  • Estresse crônico;
  • Ansiedade crônica;
  • Disfunções hormonais;
  • Dependência de álcool e drogas ilícitas;
  • Traumas psicológicos;
  • Doenças pré-existentes.

Uma vez reconhecidos os sintomas que podem indicar a existência de um quadro depressivo, deve-se iniciar o tratamento da doença. Este início deve se dar o mais rápido possível. Dessa forma, é possível evitar quadros mais graves e perigosos para a saúde e bem-estar do paciente. O tratamento é feito por meio de medicação e terapia. Em princípio, o psicólogo ajuda o paciente a criar estratégias de combate às questões emocionais. Por sua vez, o médico indica remédios que vão reduzir os sintomas da depressão. O médico que atua na psiquiatria irá escolher o antidepressivo a ser utilizado. Desse modo, levará em conta diversos fatores, como: 

  • Subtipo da depressão apresentada pelo paciente;
  • Histórico familiar;  
  • Resposta a outros remédios já utilizados.

O tratamento psiquiátrico deve estar aliado à psicoterapia, para dar uma maior segurança ao paciente. Por se tratar de uma doença psiquiátrica, a depressão muda a qualidade de vida emocional e física do paciente que a enfrenta. Uma das mais graves consequências da doença é o suicídio. Ele costuma ocorrer quando a pessoa pensa que esta é a única forma de se livrar da tristeza que sente. Ou seja, não vê outros meios.

Suicídio dá sinais

Um fator sobre do suicídio é que, muitas vezes, quando uma pessoa pensa em tirar a própria vida, ela emite alguns sinais. Contudo, estes sinais não são percebidos aos olhos de muitas pessoas ao redor. Além disso, é relevante lembrar que qualquer pessoa, de qualquer idade, pode vir a passar por isso. Desse modo, é importante que todos tenham noção sobre estes indícios. Assim, poderão ajudar amigos e conhecidos que estejam nessa situação. Afinal, esta é uma das metas do setembro amarelo.

Alguns destes sinais podem ser:

  • Falta de vontade de estar com outras pessoas ou de fazer coisas que antes gostava e fazia sempre;
  • Alteração repentina do comportamento;
  • Tratar de assuntos pendentes, despedir-se de pessoas ou fazer um testamento;
  • Mostrar muita calma com assuntos que antes traziam grande tristeza;
  • Comer ou dormir muito pouco;
  • Fazer ameaças de suicídio;
  • Usar drogas ou álcool com maior frequência e em excesso; 
  • Fazer coisas muito arriscadas (por exemplo, dirigir em alta velocidade).

Como prevenir o suicídio

A melhor forma de prevenção ao suicídio é a conversa e o conhecimento. Ou seja, falar sobre o assunto, dar apoio e auxiliar pessoas a procurar ajuda é um grande passo nessa luta. Dessa maneira, pode-se evitar que alguém sequer passe por esta situação. Por isso, um dos pontos do setembro amarelo é a defesa do “falar é prevenir”.

Quando uma pessoa percebe os sinais de que alguém possa estar pensando em suicídio, uma saída é mostrar que há outro meio para se buscar. Por isso, deve incentivar a procura dos profissionais dentro da psicologia e da psiquiatria. Além disso, muitas vezes o suicídio é fruto de um impulso da pessoa que está sofrendo. De tal forma que, caso alguém próximo esteja passando estes sinais, é importante estar atento. Uma alternativa é retirar do local que a pessoa costuma frequentar, objetos que possam ser meios para o suicídio. Por exemplo: comprimidos, objetos cortantes, entre outros.

A pandemia e a saúde mental

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a pandemia em que vivemos, houve um aumento na taxa de sintomas de depressão e ansiedade. Igualmente, os dados de consumo de álcool e outras substâncias químicas (fator que agrava a depressão) também cresceu. Este aumento é efeito do isolamento social, da incerteza e da ansiedade que atingiu as pessoas.

Por isso, é ainda mais necessário que todos tentem entender sobre este problema mundial. Assim, poderão ajudar outras pessoas e até a si mesmos. Ademais, é muito importante que todos saibam como acessar os serviços de psicologia e psiquiatria. Acima de tudo, é preciso saber o seu intuito, para se prevenir contra distúrbios emocionais. Afinal, eles podem levar ao suicídio. Em resumo, esses são os principais objetivos da campanha mundial do setembro amarelo.

Está passando por um momento difícil? Não tente resolver seu problema sozinho. É muito mais fácil quando se tem ajuda e apoio. A Policonsultas conta com uma equipe de profissionais de psicologia e psiquiatria com preços acessíveis na cidade de Juiz de Fora. Marque uma consulta!

Apesar do nome “Setembro Amarelo”, a prevenção do suicídio deve acontecer durante todo o ano. 

Apoie essa causa! Olhe ao seu redor. Perceba detalhes. Ajude parentes e amigos que estão ao seu lado. Você pode fazer a diferença.

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Compulsão Alimentar: Saiba mais sobre esse transtorno https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/ https://policonsultas.com.br/compulsao-alimentar/#respond Wed, 11 Sep 2019 20:31:24 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=2876 Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio ... Ler mais...

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Para além de uma simples função de nutrir o corpo e garantir a energia que o mantém vivo, a alimentação ganhou um importante espaço na vida humana. Comemos para cumprir formalidades sociais, para encontrar pessoas, comemorar algo feliz ou para aliviar tensões da vida cotidiana. Entretanto, quando nossa relação com a comida sai do equilíbrio de forma recorrente podemos estar diante de episódios de compulsão alimentar.

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) se caracteriza por uma ingestão exagerada e não-controlada de alimentos em um espaço de tempo reduzido. Considerado um distúrbio que merece atenção, a compulsão alimentar pode estar associada à questões emocionais, além de comprometer a saúde física do indivíduo.

Nesse post vamos ajudar você a entender um pouco mais sobre esse distúrbio, como funciona seu diagnóstico e a melhor forma de tratamento.

Sobre o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica levou alguns anos para ganhar relevância e atenção da comunidade médica e científica. Descrito em 1950, apenas em 1994 foi considerado um distúrbio e incluído no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Sua principal característica consiste em episódios em que a pessoa ingere uma quantidade de alimentos muito maior do que o necessário para a sua carência nutricional em um curto espaço de tempo (cerca de 2 horas). Para além de uma circunstância eventual, esses casos são recorrentes e acompanhados de uma sensação de falta de controle, seguido de arrependimento pelo ocorrido. Outra característica a ser ressaltada é que a tendência é por consumo de alimentos mais calóricos, porque eles são mais palatáveis. Entretanto, alimentos ricos em gordura e açúcar vão propiciar maior ganho de peso.

A nutricionista Letícia Rezende complementa que o diagnóstico geralmente ocorre apenas quando o paciente procura o especialista para tratar do sobrepeso ou obesidade.

“Não existe um sintoma específico desse transtorno. O paciente que procura um nutricionista para acompanhamento, geralmente, se enquadra no quadro de consequências da compulsão alimentar. Ou seja, os pacientes que procuram ajuda já estão em estágio de obesidade ou sentindo dificuldade de emagrecer. No entanto, é no próprio consultório que descobrimos a necessidade de trabalhar com outros profissionais, principalmente psicólogos, a fim de identificar os gatilhos que geram a compulsão alimentar”, comenta a nutricionista que atende na Policonsultas.

 Causas e consequências do TCAP

             Em síntese, dentre as principais causas do desenvolvimento do transtorno de compulsão alimentar destaca-se o fator genético, o ambiente e o contexto em que essas pessoas são expostas. Quando há casos na família é mais comum que tal doença ocorra em determinadas situações de estresse e sofrimento, surgindo principalmente durante a adolescência ou no início da fase adulta. Entretanto, os problemas emocionais são os principais condutores desse transtorno, podendo ser uma característica disparadora dos episódios em qualquer indivíduo. Problemas de relacionamentos (amorosos, familiares ou sociais), grandes situações de estresse, restrições alimentares (dietas rígidas), doenças psicológicas (como depressão e ansiedade) são destacados, uma vez que a compulsão alimentar alivia temporariamente a tensão causada por essas situações. O problema é que tal sensação de atenuação de uma carga emocional tem curta duração, e a longo prazo a saúde física e mental ficará comprometida.

Como consequências podemos citar o aumento do risco de obesidade e, com isso, prejuízos funcionais a todo o corpo. Eleva-se o risco de hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras doenças. Deste modo, é importante destacar que a qualidade de vida do indivíduo fica comprometida, causando maior sofrimento, problemas no desempenho de papéis sociais, insatisfação com a vida e com a saúde, ou mesmo risco de desenvolver transtornos psiquiátricos.

 

Como tratar?

Letícia Rezende pontua que a Compulsão Alimentar, apesar de desafiadora, pode ser tratada. Entretanto, os resultados dependem de uma mudança de hábitos que deve ser levada para a vida.

“São muitos fatores que envolvem o Transtorno de Compulsão Alimentar, mas no campo de nutrição, respeitando a individualidade de cada paciente, podemos criar estratégias de reeducação alimentar. No entanto, este é um processo longo e contínuo, uma vez que as sugestões de mudanças na rotina ou no cardápio são negociações feitas aos poucos e que precisam ser cumpridas pelo paciente”.

Na Policonsultas você encontra as especialidades indicadas para um tratamento adequado. Conheça nosso corpo clínico  e não deixe de cuidar da sua saúde!

Sobre a especialista:

Letícia Rezende é nutricionista graduada na Universidade Federal de Juiz de Fora, atua em nutrição clínica e faz parte do corpo clínico da Policonsultas.

 

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