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Em dezembro de 2019, a notícia de um surto de um novo tipo de coronavírus na cidade de Wuhan, na China, dominou os noticiários e causou preocupação de órgãos de saúde mundiais. O SARS-CoV-2, como foi nomeado o novo agente, infectou centenas de pessoas, causando a doença registrada como CoVID-2019, e que já foi confirmada em outros países. A saber: Brasil, Austrália, Camboja, Coreia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Índia, Japão, Malásia, Nepal, Singapura, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan, Vietnã, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Itália, Suécia, Reino Unido, Rússia e Emirados Árabes Unidos.
Nesse post vamos ajudá-lo a conhecer mais sobre os sintomas, grupos de risco, transmissão e tratamento do novo coronavírus.
Estudos apontantam que os coronavírus são zoonóticos, isto é, inicialmente acometem animas e então passam a ser transmitidos à seres humanos. Após isso, quando um indivíduo hospeda o vírus, a transmissão de humano para humano ocorre pelo contato com as secreções da pessoa infectada, como por exemplo gotículas na tosse, espirro, aperto de mão, ou mesmo ao tocar em algo infectado e depois levar à boca, nariz ou olhos. Profissionais de saúde estão mais expostos à contaminação ao manipularem os resíduos do paciente infectado.
De forma geral, os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias de curta duração, e os principais sintomas são podem envolver coriza, tosse, dor de garganta e febre. O MERS-CoV, assim como o SARS-CoV, causam infecções graves e possuem índice de mortalidade alto: quatro em cada 10 pacientes infectados com MERS, por exemplo, foram a óbito em 2012, de acordo com informações do Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças. Entretanto, não há registros recentes de novos casos desses tipos de infecção por coronavírus ao redor do mundo.
Os estudos sobre o Coronavírus de Wuhan ainda estão em processo, o que pode causar cerca instabilidade nas estatísticas, que ainda estão sendo calculadas. No entanto, acredita-se que este agente seja relativamente mais leve que os anteriores causados pelo SARS-CoV e o MERS-CoV. O COVID-2019 tem sintomas mais demorados de se manifestarem, de forma geral iniciado uma experiência de tosse leve, seguida de falta de ar, levando o paciente a buscar a um pronto-socorro. De acordo com informações apresentadas pela setor de doenças infecciosas emergentes da Universidade de Oxford, aproximadamente 15% a 20% dos casos se tornaram graves, envolvendo desenvolvimento de pneumonia e bronquite. No entanto, esse quadro acomete principalmente idosos, pessoas com doenças cardíacos e pulmonares ou sistema imunológico debilitado.
Pacientes com sintomas de infecção por coronavírus (COVID-2019) devem ser encaminhados para a realização de exames. O diagnóstico ocorre através da coleta e análise em laboratório de materiais respiratórios, como aspiração de vias aéreas ou escarro. Para a confirmação do quadro, ainda é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral.
Ainda não existem tratamentos específicos para o novo coronavírus. O que é indicado pelos especialistas em saúde é o repouso, consumo de muitos líquidos, além do controle de febre e tosse com medicamentos apropriados.
O Ministério da Saúde orienta aos que viajaram à China ou países infectados tenham atenção redobrada aos sintomas como febre, tosse ou dificuldade para respirar. Indica-se a todos cuidados básicos para reduzir o risco de contrair o coronavírus chinês. Evitar multidões, lavar as mãos com sabonete ou álcool, evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos sujas, evitar contato com pessoas doentes, são os principais.
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]]>Neste post vamos ajudá-lo a conhecer os sintomas da doença, suas causas e tratamento.
Asma é o estreitamento dos brônquios (pequenos canais de ar dos pulmões) que dificulta a passagem do ar, provocando contrações ou broncoespasmos. Durante as crises de asma, o indivíduo tem sua respiração dificultada.
Dentre os sintomas mais comuns da asma podemos destacar falta de ar, tosse seca ou com secreções, chiado e aperto no peito, dificuldades para se exercitar, tontura e fraqueza, entre outros. Geralmente as crises podem variar entre leves ou agudas durante o dia, piorando os quadro a noite. Gripes e resfriados costumam agravar os sintomas, mas é importante destacar que a doença, quando não tratada da forma adequada, por um profissional de pneumologia, pode levar o paciente a óbito.
Não há registros ou pesquisas que comprovem com exatidão a causa da asma, no entanto, destaca-se principalmente fatores genéticos e ambientais. Alguns gatilhos podem pioram os sintomas, em outros casos pioram também a inflamação dos brônquios. Destaca-se o contato com ácaros, fungos, pólen, animais de estimação, fezes de barata, fumaça de cigarro, infecções virais, poluição, clima frio, por exemplo.
Caso haja alguns dos sintomas e quadros citados acima é importante procurar um pneumologista. Este é o médico especialista no estudo, diagnóstico e tratamento de doenças que acometem os pulmões e caixa toráxica.
A partir de uma análise do histórico do paciente e dos sintomas descritos, o pneumologista irá solicitar uma espirometria. Esse exame consiste em soprar em um computador que transformará a quantidade de ar que sai em números que poderão ser mensurados e indicar se há ou não um quadro de asma. Em alguns casos há necessidade de outros exames pulmonares que o especialista em pneumologia precisará para completar o diagnóstico.
Embora não exista cura, os tratamentos podem auxiliar o paciente no alívio dos sintomas, além de possibilitar suporte durante as crises asmáticas. De forma geral, o controle da doença ocorre pelo uso de dois tipos de medicação. O primeiro é a medicação controladora ou de manutenção, e assim como o nome já diz, permite a prevenção dos sintomas e maior qualidade de vida, como a de qualquer pessoa saudável. E o segundo medicamento é para alívio ou resgate dos quadros de crise asmática.
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