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O ginecologista está apto a analisar as queixas e sintomas apresentados pelas pacientes, auxiliando nas dúvidas que podem ocorrer desde a adolescência até a terceira idade. Também podem encaminhar à realização de exames de rotina ou àqueles investigativos, para casos de complementação no diagnóstico de doenças, quando houver necessidade.
A adolescência é uma fase do desenvolvimento humano marcada por várias mudanças, geralmente desencadeadas por alterações hormonais. Nessa fase é comuns que jovens tenham muitas dúvidas sobre seu corpo e como lidar com tantas transformações. Assim, ainda que não tenha ocorrido relações sexuais em tal período, é importante que a primeira consulta com o ginecologista aconteça a fim de sanar dúvidas. Além disso, consulta será o ambiente confiável para tratar sobre sexualidade, onde serão dadas informações sobre gravidez precoce, métodos contraceptivos, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), entre outros assuntos.
Já as mulheres adultas, ou que já tenham vida sexual ativa, devem visitar o especialista em ginecologia pelo menos uma vez ao ano para realização do exame colpocitologia oncótica cervical, mais conhecido como exame preventivo ou Papanicolaou. Esse exame é reconhecido mundialmente como uma estratégia para a detecção precoce do câncer do colo do útero (leia aqui).
A partir dos 40 anos a ida no ginecologista passa a ser essencial para a realização da mamografia. Este exame pode detectar precocemente o câncer de mama, uma doença silenciosa e que não gera dores ou desconfortos graves inicialmente. Por isso, o exame anual pode facilitar um diagnóstico precoce, possibilitando até 95% de chance de cura.
Durante a gestação, o ginecologista obstetra é responsável por fazer o acompanhamento do pré-natal, que consiste na assistência médica prestada à mulher durante os meses que envolvem a gravidez. Esse procedimento é importante para que o médico consiga avaliar doenças preexistentes na paciente, como por exemplo em casos de hipertensão arterial, diabetes ou patologias transmissíveis.
Além dessas visitas essenciais ao ginecologista longo da vida, existem vários sintomas que devem ser vistos como sinais para procurar ajuda médica a qualquer momento. Dentre eles, podemos destacar: a dor no baixo ventre, corrimento ou coceira vaginal, dor, secreção ou inchaço nas mamas ou mamilos, pouca ou nenhuma lubrificação, cólica menstrual forte, menstruação irregular, sangue na urina, dor para urinar, gravidez, risco ou exposição a alguma IST, entre outros.
Na Policonsultas, é possível se consultar diariamente por uma especialista em ginecologia obstétrica mediante agendamento. Além disso, também são realizados exames diagnóstico na própria clínica, conheça-os aqui.
Para mais informações sobre consultas, exames e procedimentos médicos realizados na Clínica Policonsultas, entre em contato:
Telefone: (32) 3031-6060
WhatsApp: (32) 99102-6160
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O HIV/Aids pertence ao quadro de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Isso significa que a principal forma de adquirir e desenvolver a doença é por meio de contato sexual (oral, vaginal, anal) com uma pessoa que esteja infectada sem o uso de preservativo (camisinha masculina ou feminina). Há, entretanto, a possibilidade de ocorrer transmissão de mãe para a criança durante a gestação, parto ou amamentação, além de transfusão de sangue contaminado ou contato com instrumentos cortantes contaminados e não esterilizados.
A Aids não tem cura, por isso a prevenção é a única forma de impedir que ela se alastre. Nesse post vamos ajudá-lo a entender melhor sobre essa doença, além de conhecer a forma de prevenção da Aids e o tratamento mais adequado aos portadores do vírus.
Apesar de comumente confundidos, o HIV e a Aids não são a mesma coisa. O HIV é uma abreviação em inglês para o vírus da imunodeficiência humana e tem como principal característica o ataque ao sistema imunológico humano. Assim, quando é portador do vírus, o indivíduo perde sua barreira de defesa e torna-se mais suscetível a desenvolver doenças. As células mais atingidas são os leucócitos, as células brancas de defesa onde se alocam e se reproduzem os vírus, fazendo com que tais células se rompam.
A Aids, por sua vez, refere-se a síndrome da imunodeficiência adquirida, isto é, um estágio avançado da infecção provocada pelo vírus HIV, no qual há recorrências em um quadro de saúde vulnerável. Assim, quando um indivíduo portador do vírus não é acompanhado por um médico e não utiliza a medicação correta, a doença se desenvolve de forma descontrolada, podendo colocar sua vida em risco ao deixar seu organismo mais vulnerável a diversas doenças, como por exemplo gripes, resfriados, pneumonias, infecções bacterianas ou fungicas, entre outras mais graves.
Assim, é válido ressaltar que ser diagnosticado como portador do HIV, conhecido como soropositivo, não é o mesmo que ter Aids, uma vez que os primeiros sintomas de quadro imunológico sensibilizado pode demorar anos para surgir, isto é, pode-se portar o vírus sem desenvolver a doença.
A única forma de descobrir a infecção pelo vírus HIV ocorre pelo teste de sorologia positiva. Trata-se de um exame de sangue que tem resultado rápido e identifica a presença de anticorpos anti-HIV, uma tentativa de defesa produzida pelo sistema imunológico do corpo. Entretanto, após passar por uma situação de risco, o indivíduo pode procurar assistência médica de emergência em até 72 horas para uma medicação de bloqueio de ação viral. Depois disso, é necessário aguardar no mínimo 30 dias antes da realização do teste. Esse tempo é conhecido como janela imunológica, e refere-se ao tempo decorrido entre a infecção pelo HIV até a primeira detecção de anticorpos.
Caso o resultado seja positivo na testagem, o paciente deverá ser encaminhado a um processo de aconselhamento e iniciar seu tratamento imediatamente após o diagnóstico. O quanto antes o exame for realizado, maior é a chance de controlar multiplicação do vírus HIV no corpo humano. A medicação é o que poderá interromper a cadeia de transmissão e processo infeccioso de células de defesa.
O desenvolvimento de pesquisas e novos medicamentos permitiram a criação de antirretrovirais mais potentes e e com menos efeitos colateriais, como enjôos e náuseas. Quando o portador do vírus já encontra-se em um quadro de imunidade muito baixa, além destes, também são recomendados antibióticos para prevenir infecções específicas que podem tornar-se graves com rapidez.
A rede pública de saúde disponibiliza mais de 20 medicamentos diferentes para o controle da doença. Assim, o portador do HIV poderá ter uma vida normal caso mantenha-se em tratamento. A recomendação é que não deixem de utilizar o medicamento indicado, façam acompanhamento médico regularmente e busquem manter hábitos saudáveis, a partir da alimentação e exercícios físicos. Além disso, o uso de preservativo deve ser uma obrigação por toda a vida! O cuidado evita a transmissão da infecção para outras pessoas, assim como previne do contato com outras doenças infecciosas, como por exemplo a sífilis, hepatite B, HPV, gonorréia, entre outras.
Na Policonsultas é possível se consultar com um clínico geral, ginecologista ou urologista para tirar eventuais dúvidas sobre o assunto ou analisar sintomas.
Por telefone: (32) 3031-6060
Por WhatsApp: (32) 99102-6160
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