Arquivos gastroenterologista - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/gastroenterologista/ Clínica popular em Juiz de Fora Wed, 21 Apr 2021 17:38:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://policonsultas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-policonsultas-icone-32x32.png Arquivos gastroenterologista - Policonsultas https://policonsultas.com.br/tag/gastroenterologista/ 32 32 O que é a gastrite e como evitá-la? https://policonsultas.com.br/o-que-e-a-gastrite-e-como-evita-la/ https://policonsultas.com.br/o-que-e-a-gastrite-e-como-evita-la/#respond Wed, 21 Apr 2021 17:38:18 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=5372 Neste post você vai entender tudo sobre a gastrite. Navegue por categoria: O que é a gastrite? Causas e sintomas Diagnóstico e tratamento A importância de uma boa alimentação Verdade ou mito O que é a gastrite? A gastrite é uma inflamação que ocorre no revestimento do estômago por diversos fatores. Assim, entre suas causas ... Ler mais...

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Neste post você vai entender tudo sobre a gastrite. Navegue por categoria:

  • O que é a gastrite?
  • Causas e sintomas 
  • Diagnóstico e tratamento
  • A importância de uma boa alimentação
  • Verdade ou mito

O que é a gastrite?

A gastrite é uma inflamação que ocorre no revestimento do estômago por diversos fatores. Assim, entre suas causas podem estar: infecção, lesão, uso regular de anti-inflamatórios não-esteroides e consumo excessivo de álcool. Além disso, é importante saber que esta doença pode ter forma aguda ou crônica. Ou seja, pode surgir e sumir de forma rápida ou o processo inflamatório pode se instalar aos poucos e levar muito tempo para ser controlado. Como a gastrite ocorre no estômago é comum o paciente sentir fortes dores e sensação de queimadura no local, entre outros sinais. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 95% dos casos de gastrite crônica são causados pela infecção por H. pylori. Além disso, essa é uma das infecções mais comuns em seres humanos. Por isso, é importante que todos realizem consultas e exames de rotina com o gastroenterologista para prevenir a gastrite. Saiba tudo sobre a consulta com o gastroenterologista

Causas e sintomas

A gastrite pode ter diferentes causas. Assim, as principais são:

  • Uso prolongado do ácidos e de anti-inflamatórios;
  • Consumo exagerado de bebidas alcoólicas e café;
  • Gastrite autoimune: a doença ocorre quando o sistema imune produz anticorpos que agridem e destroem as células gástricas do próprio organismo;
  • Tabagismo;
  • Infecção pela bactéria H. pylori.

Além disso, é importante considerar que existem fatores emocionais que podem contribuir com o surgimento desta doença. Por exemplo: nervosismo e ansiedade. Essas condições não dão origem à doença mas estimulam a produção do suco gástrico o que pode agravar seu quadro.

Em primeiro lugar, é importante que todas as pessoas realizem consultas de prevenção à gastrite de forma regular. No entanto, existem alguns sinais que podem indicar a presença desta doença. Assim, são eles:

  • Indigestão;
  • Queimação e azia;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Perda de apetite;
  • Dores abdominais;
  • Sangramento na parede do estômago;
  • Fezes escuras;
  • Vômito de sangue.

É importante buscar ajuda e nunca ignorar um sintoma. Dessa maneira, evita-se que o problema se agrave e comprometa a saúde.

Diagnóstico e tratamento

Quando o paciente está com algum sintoma que pode indicar a presença da gastrite, deve procurar o gastroenterologista de forma rápida. Assim, o médico vai fazer algumas perguntas sobre o que o paciente está sentindo e quais são os seus hábitos. Por exemplo: se ele fuma, consome bebidas alcoólicas, qual tipo de alimento está em sua rotina, entre outros. Além disso, o médico vai levar em consideração a idade da pessoa e se existe casos de gastrite no histórico familiar.

Em seguida, o médico vai fazer um exame clínico no paciente e pedir exames que possam indicar a presença de uma bactéria no estômago. Assim, os exames mais comuns são a endoscopia e o de sangue. Após os resultados, o médico vai analisar se aquele paciente apresenta ou não um quadro de gastrite.

Identificada a doença, é necessário iniciar o tratamento de forma imediata. Assim, existem diversos tipos de remédios que vão ajudar nesse caminho. Por exemplo: remédios que vão matar a bactéria presente no estômago e remédios que ajudam a aliviar os sintomas do paciente. Assim, é importante que este converse com seu médico para saber qual o melhor tipo de tratamento para seu caso. Além disso, o médico pode pedir que a pessoa mude alguns hábitos de vida e de alimentação.

A importância de uma boa alimentação 

A alimentação está ligada a todo o trato digestivo. Por isso, é muito importante manter uma dieta saudável, evitando certos alimentos. Algumas doenças, como o refluxo e a gastrite podem surgir por conta da alimentação que a pessoa adota. Além disso, algumas doenças podem inclusive desaparecer com uma boa alimentação. 

Assim, é importante evitar alimentos muito ácidos ou gordurosos. Além disso, alimentos que fazem bem ao nosso organismo podem prejudicar o trato digestivo se ingeridos em excesso, por exemplo, o café. Alguns alimentos que beneficiam a saúde do trato digestivo são:

  • Fibras
  • Banana
  • Mamão
  • Ameixa
  • Gengibre
  • Iogurtes

Confira dicas de como melhorar sua saúde digestiva.

Saladas são grandes aliadas para uma boa saúde

Verdade ou mito

Comer menos e com menos intervalo entre as refeições pode ajudar no controle da gastrite. VERDADE

Esta prática garante um controle na produção de ácidos do estômago. Assim, ajuda na digestão e evita desconfortos.

O tratamento para gastrite geralmente é bem sucedido. VERDADE

No entanto, dependendo da causa, a recuperação pode demorar mais do que o previsto.

Quando o paciente deixa de sentir os sintomas pode interromper o tratamento. MITO

Esta prática pode levar ao agravamento da gastrite. Afinal, o desaparecimento dos sintomas é apenas um sinal da cura, devendo o paciente procurar o médico.

Pessoas com AIDS têm mais chances de ter gastrite. VERDADE

Pessoas com HIV apresentam falhas no sistema imunológico e estão mais sujeitas à ação de bactérias e outros vírus.

Assista o vídeo a seguir para saber mais sobre a gastrite:

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Intolerância à lactose e alergia ao leite: você sabe qual a diferença? https://policonsultas.com.br/intolerancia-a-lactose-e-alergia-ao-leite-diferenca/ https://policonsultas.com.br/intolerancia-a-lactose-e-alergia-ao-leite-diferenca/#respond Wed, 15 Jan 2020 19:56:18 +0000 http://policonsultas.com.br/?p=3377 Apesar de serem geralmente tratadas como sinônimos, a intolerância à lactose e a alergia ao leite são quadros de saúde distintos. É importante que se conheça a diferença entre essas condições, uma vez que os hábitos alimentares ou tratamentos indicados podem ser ligeiramente diferentes para cada situação. A intolerância à lactose trata-se de uma incapacidade ... Ler mais...

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Apesar de serem geralmente tratadas como sinônimos, a intolerância à lactose e a alergia ao leite são quadros de saúde distintos. É importante que se conheça a diferença entre essas condições, uma vez que os hábitos alimentares ou tratamentos indicados podem ser ligeiramente diferentes para cada situação.

A intolerância à lactose trata-se de uma incapacidade (parcial ou total) do sistema digestivo em digerir a lactose, açúcar que existe no leite, em função da ausência da enzima lactase em quantidades suficientes. Já a alergia ao leite refere-se a um quadro de reação do sistema imunológico às proteínas do leite. Nesse caso, esse nutriente é visto como um inimigo pelo organismo, que acionam as células de defesa para combatê-lo.

Conheça as especificidade de cada um dos quadros, seus sintomas e qual o especialista mais indicado para orientá-lo no tratamento.

Entenda mais sobre a intolerância à lactose

De forma geral, a intolerância à lactose é mais comuns em adultos e idosos. Como descrito anteriormente, refere-se a diminuição da produção da enzima digestiva lactase, responsável por decompor a lactose, presente em leites e derivados. Assim, quando não absorvida, a lactose chega ao intestino grosso em grande quantidade, e passa por um processo de fermentação intenso pelas bactérias lá presentes. Como resultado, o indivíduo sente cólicas fortes e pode passar por quadros de diarréia. Outros sintomas comuns da intolerância a lactose são distensão abdominal, excesso de gases, náuseas e assaduras.

–  Causas e sintomas

De acordo com Agência Brasil, cerca de 40% dos brasileiros possuem algum grau de intolerância à lactose, que podem ter 3 causas principais. A primeira é uma deficiência congênita, isto é, uma condição genética de baixa ou nenhuma produção de enzima lactase. O segundo caso, ainda mais raro, está associado a outras doenças que acometem o intestino, como por exemplo: doença celíaca, doença de Crohn e síndrome do intestino irritável. Nesses casos, quando restituído o equilíbrio no funcionamento do órgão, diminui-se a intolerância. O terceira causa, e mais comum delas, é a redução progressiva de produção da lactase, que pode ocorrer em qualquer fase da vida, mesmo em adultos que sempre fizeram consumo de leite e derivados.

–  Diagnóstico e tratamento

Portanto, a intolerância a lactose está ligada a uma reação do intestino, e deve ser avaliada por médico especialista em gastroenterologia. Em uma consulta clínica, o gastroenterologista irá avaliar o histórico de saúde do paciente, além de observar os sintomas que podem ser facilmente confundidos com outros distúrbios. A fim de complementar seu diagnóstico, o médico solicitará exames, como por exemplo o teste de intolerância à lactose, teste de hidrogênio na respiração e teste de acidez nas fezes.

O tratamento também pode ser acompanhado por um nutricionista, o qual poderá estabelecer ou auxiliar na montagem de uma dieta que suspenda ou diminua a ingestão de leite e derivados. Em alguns casos, quando houver necessidade, pode-se recomendar a ingestão de suplementos que funcionam como a lactase no organismo, ajudando o corpo a digerir a lactose.

intolerância à lactose pode ser controlada
Restringir ou diminuir o consumo de leite e derivados é uma das formas de evitar sintomas

 

Alergia ao leite deve ser levada a sério

 As alergias ocorrem quando o sistema imunológico reage a uma substância dentro do organismo, identificando-a como invasora. A fim de combater esse corpo estranho, diversas enzimas e substâncias são liberadas, produzindo uma reação alérgica que se manifesta visível ou sensivelmente no corpo humano.  Dessa forma, o organismo dos alérgicos ao leite ativam seu modo de defesa para as proteínas caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina ou o soro do leite, e podem variar de leve à severa.

As alergias são mais comuns em crianças, principalmente bebês, por isso a atenção aos sintomas deve ser redobrada. Recomenda-se que famílias com crianças diagnosticadas com alergia ao leite estejam atentos as recomendações médicas e sejam rigorosos na cozinha, a fim de evitar contaminação cruzada ou a presença de traços de leite no alimento do alérgico. De forma menos comum, adolescentes e adultos podem desenvolver esse quadro, sendo conhecida como alergia tardia.

– Sintomas

A lista de sintomas é extensa e nem sempre pode ser identificada logo após a ingestão de leite e derivados, o que poderá dificultar o diagnóstico. Dentre os mais comuns, pode-se citar as placas vermelhas na pele, coceira, inchaço nos lábios e olhos, vômito ou diarréia após a ingestão de leite, choque anafilático, diarréia com muco ou sangue, cólicas e irritabilidade, intestino preso, assadura e/ou fissura perianal, dermatite atópica moderada a grave, refluxo, inflamação do esôfago ou estômago persistente, entre outros.

 

Alergia ao leite atinge crianças
Alergia ao leite pode provocar reações cutâneas

– Cuidados médicos e restrições

A partir da observação de sintomas persistentes e associados a alimentação, deve-se procurar um pediatra alergista, no caso de crianças, ou um clínico geral e alergista para adultos. Tal acompanhamento é essencial para que o alérgico conheça os alimentos, produtos de higiene e medicamentos que contenham ingredientes à base da proteína em sua composição.

Além disso, o acompanhamento nutricional é indispensável para que não haja piores benefícios para a saúde do alérgico. O especialista em nutrição poderá indicar na seleção de alimentos que podem ou não ser consumidos, orientando suplementação de minerais, como cálcio por exemplo, quando for necessário.

Em muitos casos a alergia é curada espontaneamente pela criança, ao longo do tempo, ou através do tratamento de dessensibilização, com acompanhamento pediátrico e de um alergista, no qual o organismo tende a ir “se acostumando” com o leite.

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